terça-feira, 17 de março de 2009

FHC/THC/Leo Jaime

Em razão do comentário do cantor Leo Jaime na postagem FHC/THC, onde pondera que minhas refutações desprezam o conteúdo total de sua publicação no site No.com, reproduzo, na íntegra, seu artigo retirado do endereço http://www2.uol.com.br/leojaime/no3.htm para análise e considerações gerais dos leitores:


Entorpecente Genérico
Por que as drogas ditas alucinógenas são proibidas? Sempre são ouvidas argumentações de especialistas no assunto dizendo o quanto são fracassadas as experiências de legalização e, no entanto, nunca ouvimos uma argumentação razoável, lógica, coerente do porquê da proibição. A razão é única: não há uma retórica sequer que seja capaz de justificar esta proibição. Nem aquele argumento estúpido - que cairia com o primeiro peteleco de um asno - existe.
Nada. Pois se não há embasamento teórico ou legal, para essa proibição, é evidente que interesses econômicos na sua permanência existem. Tanto o jogo do bicho quanto a proibição das drogas interessam exclusivamente aos contraventores. É um benefício fiscal. A única diferença entre a casa lotérica e o bicheiro é que este último não paga os impostos, protegido pelo "benefício da ilegalidade". O mesmo ocorre com o fabricante ou traficante de entorpecentes.Ou melhor, alguns entorpecentes, pois vários remédios encontrados nas drogarias são também entorpecentes. Mas esses não causam dano social aparente e não
ganham páginas nos jornais. Porque são legalizados. Assim só fazem mal a quem os usa mal. Quando citam a Holanda ou a Suíça, ou mesmo a Espanha, alegando que as experiências liberais foram fracassadas, me ocorre o mais simples, óbvio e ululante: a experiência de proibir é que deu errado! Em todos os lugares em que foi instituída a marginalização do uso de entorpecentes o resultado é evidente: corrupção, aumento dos índices de criminalidade, consumo, violência etc. É bom frisar que os dados negativos geralmente associados ao "uso" ou ao "tráfico" das drogas, na verdade são uma decorrência somente da proibição. Um efeito colateral desta decisão infeliz. E é fácil prever: se proibirem o sal ou o cigarro, ou a carne de porco, seja lá o que for, estes mesmos índices negativos aumentarão. Quanto mais crimes, mais criminalidade.
A estas alturas o leitor estará pensando que só um quadrúpede pode comparar carne de porco, sal ou cigarro com cocaína, heroína e afins. E porquê? Ora, a mais estúpida das conclusões a que se chega quando a questão é "o que terá levado a sociedade a banir determinadas substâncias?", a alternativa mais comum, é a de que fazem mal à saúde. Ah, claro! De três em três meses as revistas médicas anunciam um grande inimigo da saúde. Uma hora é o sal, na outra é o açúcar, daqui a pouco são as frituras ou comidas gordurosas e por aí afora. A carne de porco, seguindo esse raciocínio, assim como o sal, ou o cigarro, são também perigosos e danosos à saúde. Tomar sol também é um grande perigo!!!! Aliás, qual é mesmo o bem que o cigarro faz?
O argumento de que as drogas fazem mal à saúde não convencem, portanto, ou criam margem para que se proíba quase tudo o que existe, pois qualquer coisa, se administrada na hora, em quantidades ou de maneira errada pode vir a fazer mal, de uma forma ou outra. Viver, por assim dizer, é fatal. Outro motivo que pode ocorrer, quando tentamos adivinhar o que terá ocasionado essa caçada internacional às "drogas de lazer", será exatamente isso: são de lazer, portanto desnecessárias. Isso se acreditarmos que o sexo, por exemplo, só deve ser praticado "se necessário", assim como ir à praia ,ou jogar bola, ou brincar de boneca, ou cantar. O que é inegável, no entanto, é que a sociedade quer tanto a droga quanto a sua proibição. Esse anacronismo gera milhões. Assim como a sociedade quer engordar e ao mesmo tempo odeia a gordura. Mais milhões. Mas isso não seria a alma do capitalismo? As fantásticas necessidades supérfluas?
No entanto, o que mais incomoda no fato da proibição dos entorpecentes, é que eles não são "de fato" proibidos. É mais fácil achar alguém vendendo cocaína ou maconha no meio da noite do que uma farmácia aberta. Em qualquer lugar, a qualquer hora, é fácil comprar drogas "ilícitas". Esse é o mercado que mais cresce no mundo, e com isso o crime organizado e desorganizado, além da corrupção (o mais hediondo dos crimes, ao meu ver). Se não há benefício aparente para a sociedade, uma vez que os "efeitos indesejáveis" do uso de substâncias entorpecentes aqui mencionados nunca foram historicamente relevantes até que se tornassem crime, é óbvio que alguém se beneficia com sua proibição. Chegaremos lá mais tarde.
Em qualquer país suficientemente organizado há estatísticas apontando as razões pelas quais as pessoas morrem. Nestas estatísticas, em lugar ou tempo algum, os índices de mortes em decorrência do uso de entorpecentes chegou a ser mais expressivo que, por exemplo, os índices de suicídio. Álcool e cigarro juntos, matam mais do que o trânsito, e este mata mais do que as guerras. Vamos proibir o trânsito? Não, óbvio, melhor seria organizá-lo e educar a população para que ele seja suficientemente civilizado, além de equipar os carros com instrumentos que ajudem a evitar as fatalitades quando os acidentes ocorrerem. Mas alguém já morreu, na história deste planeta, em decorrência do uso de maconha?
Já? Quero provas. E posso pressupor, sem muitos dados, que mais pessoas morreram vitimadas por raios, ou mesmo engasgadas. É simples: conquanto não faça nenhum "bem", é impossível se intoxicar fumando maconha. Mas se você fizer uma montanha de maconha da altura de um edifício de dez andares, tocar fogo e ficar por perto, em um ambiente fechado, pode ser que a fumaça te mate, mas em qualquer incêndio de pequenas proporções isso também ocorreria. Claro que se alguém fumar muito e for dirigir um acidente pode acontecer. Mas se ela trabalhar muito ou ficar muito tempo acordada e for dirigir o mesmo pode ocorrer. Cada um deve saber dos seus limites.
Se o cigarro é letal, e o álcool também, não é errado pensar que eles são indesejáveis. Eu mesmo não faço uso de um e nem de outro, e diga-se de passagem, muito menos de drogas ilícitas. Pra dizer a verdade conheço poucas coisas que tornam um indivíduo mais chato que uma cafungada de cocaína. Nada mais cafona, nada mais careta, nada mais burro. Mas não tenho nada com isso. Também detesto fumaça de cigarro e a forma "glamourosa" como os fumantes acham que estão fazendo um bem à humanidade soprando fumaça pelos quatro cantos e jogando as cinzas e as pontas em qualquer lugar. Os fumantes passivos são um número mais expressivo nas estatísticas de mortalidade do que o número de vítimas da cocaína ou heroína. E no entanto os comerciais de cigarro estão por toda parte. A sociedade quer o cigarro. Cabe a mim tolerar e, ainda que o deteste, lutar pelo direito que uns tem de gostar e outros não. A liberdade é um bem maior e anterior à saúde.
Essa argumentação pode soar estapafúrdia, eu sei, mas a liberdade tem que ser anterior pois é mais fundamental do que a saúde, por uma razão bastante simples: o estado não pode me obrigar a ser "saudável". Como não pode me obrigar a ser feliz. Como não pode me obrigar a praticar uma determinada sexualidade que ele ache "natural". No Afeganistão os talibãs andaram proibindo os homens de fazer a barba e as mulheres de mostrar o rosto. A proibição da maconha ou da cocaína é, em essência, da mesma natureza. O Estado não deveria se meter nestas questões. Proibir o suicídio é anacrônico, em última instância. E punir o suicida como? Com a pena de morte? Não seria mais danosa a "pena de vida"? Perdoe se digressiono, mas a indagação dos limites da intervenção do Estado na vida do cidadão é um exercício fundamental para a compreensão deste argumento.
A gripe é indesejável. Proiba-se a gripe. Pronto, acabou?! Está tudo resolvido? É claro que não. É óbvio que o dinheiro que fabricantes de cigarro pagam de impostos ajudam a bancar o sistema de saúde pública, ou seja: o fumante paga, ao comprar o cigarro, pelo hospital que o abrigará adiante. O mesmo deveria ocorrer com quem compra maconha ou heroína. A dependência química pode ocorrer com remédios comprados na farmácia com receita médica. É fato. E também indesejável. Benzina pode causar alucinações, assim como alguns "sprays" domésticos. As "bolinhas" faziam o maior sucesso nos anos 70, e depois foram substituídas pelo "escstasy" que são, em suma, a mesma coisa, só que fabricado na ilegalidade, sem pagar impostos. E aí está a questão chave: se tanta coisa "legalizada" é entorpecente, ou pode ser utilizada como tal, qual a razão de algumas serem tiradas desta lista e transferidas para uma "lista negra".
Segunda questão: por que só as da "lista negra" fazem "sucesso" entre os usuários. Foi-se o tempo em que alguém dizia estar doidão de xarope ou "mandrix" ou "mequalon" ou qualquer outra coisa do gênero. As drogas que circulam pelo planeta são aquelas mesmas, as da "lista negra": maconha, haxixe, heroína, cocaína, crack e ecstasy. O resto não tem "mercado", embora esteja no mercado.
Será coincidência que as regiões onde essas drogas são fabricadas sejam as de pior distribuição de renda e maior índice de criminalidade e injustiça social do planeta? O Brasil, o " Cone sul" e o Oriente Médio não são, ou não deveriam ser tão miseráveis. Mas é exatamente onde se concentram a fabricação e distribuição de drogas que se observará o poder estatal mais perigosamente próximo ao crime. A corrupção é quase um poder paralelo e as injustiças sociais são muito favoráveis para que boa parte da população queira se envolver no negócio e uma outra parte significativa seja induzida ao "consumo" pela grande falta de perspectivas pessoais. Não há muitas possibilidades para alguém que nasce pobre nestes lugares. A saúde pública é um fracasso, a justiça erra com assustadora frequência e a segurança pública é absurdamente ineficaz. Verdade seja dita: a guerra contra o tráfico é um massacre. Nunca, em lugar nenhum, jamais na história, o tráfico perdeu mercado, dinheiro ou poder. A guerra contra o uso de drogas é uma balela.
Não há e nem nunca houve a menor chance. É só desperdício de dinheiro público e "show-off" para a opinião pública.
A proibição das drogas é posterior à "lei-seca" americana, a mais infrutífera das experiências no setor, o que sustenta a afirmação de que a proibição é mais que um erro, é um erro repetido. Quando os americanos proibiram as bebidas alcoólicas, achavam que iam fazer diminuir o alcoolismo. O único resultado palpável e significativo desta tentativa foi o aparecimento da máfia e do crime organizado naquela sociedade. E foi esta mesma máfia quem, no meu entendimento, financiou a "proibição" de alguma outras substâncias que os populares usavam a título de diversão. Óbvio que a proibição de "birita" foi um "negócio da china" para a máfia.
Assim como a proibição destas outras substâncias, assim como a de alguns jogos, é uma maravilha para quem investe no crime. Quanto mais coisas forem proibidas, melhor será a vida do contraventor, ora bolas. O que há, de fato, não é uma proibição real de certas substâncias ou práticas, o que há é o benefício fiscal, a isenção de impostos, para uma certa qualidade de "produtos". E esses produtos fazem o maior sucesso, mesmo sem ter nenhum controle de qualidade, sendo "malhados" à vontade, sem dar o benefício das leis trabalhistas para quem as fabrica ou negocia e sem as facilidades do "Procon" para quem usa, sem as verbas para a saúde e segurança públicas que elas tanto prejudicam.
A experiência de proibição é, em suma, uma idiotice completa, criminosa, e todo o cidadão que a defende deveria ser seriamente questionado pois está, evidentemente, torcendo pelo bandido. Todo o cidadão que compra um bagulho ou um rádio roubado é um corrupto, assim como o é aquele que, mesmo não fazendo uso de produtos ilegais, defende a ilegalidade destes. Repito: o Estado não pode proibir ninguém de ser dependente químico, alcoólico ou diabético. Pode e deve é tratar desses cidadãos, uma vez que eles tenham contribuído com impostos. Mas observamos que muitos países já chegaram a esta conclusão e, todavia, quando tentaram colocar em prática a coisa ficou feia.
Vamos fazer uma analogia. Considerando que o tráfico é tão indesejável para a sociedade como os insetos são para um edifício, vejamos o que acontece quando um edifício é dedetizado por completo: os insetos tendem a procurar um local mais adequado para viver e se mudam dali. Se, nesta hipótese do edifício, excluirmos um ou dois apartamentos da dedetização, o que acontecerá? Todos os insetos irão para aqueles locais próximos e seguros.
O fato é que os poucos países que tentaram resolver localmente um problema global pagaram o preço da covardia ou omissão alheia. Os bandidos e viciados de todos os lugares viram nestes países a sua Meca. E o preço da coragem e pioneirismo foi alto. A questão das drogas e do crime, nos dias atuais, como tudo, é globalizada e globalizante. Por trás da indústria das drogas existem países e fortunas. Há uma multidão de consumidores. Grande parte destes consumidores não gosta, ou não acha sensato e recomendável consumir. Grande parte destes usuários são até contra a legalização. O Estado deveria fabricar e fornecer - com supervisão médica - todas as substâncias que podem colocar a vida em risco, em todos os países. O preço não seria alto, o que evitaria a necessidade de roubar para comprar bagulho, e a qualidade seria boa, o que evitaria certos acidentes. Um entorpecente "genérico", por assim dizer. Essa parece ser a única forma razoável de lidar com o assunto, fazendo com que os males oriundos dessas escolhas pessoais sejam minimizados no âmbito social.
Álcool se compra aonde? Na padaria? Pois é lá que deveria ser vendida a maconha. Os remédios de tarja preta são vendidos aonde? Na farmácia? Pois lá deveriam ser encontradas heroína, cocaína e anfetaminas (algumas são, mas o ecstasy é "patente" criminosa). A sociedade é suficientemente madura para saber quando e quanto deve beber. Ainda assim acidentes acontecem. Mas acidentes são da natureza humana. Assim como a burrice, o mau-caratismo, o mau-humor, a avareza, a intromissão etc. Comportamentos indesejáveis e lamentáveis não são necessariamente crimes.
O Estado não tem o direito de se meter nisso. Todos devem ter o direito à felicidade e também à infelicidade. Ninguém tem o direito de julgar como alguém deve ser feliz ou infeliz. O Estado deveria era cuidar de ser menos dispendioso, corrupto e intrometido.

Bem, aí está.

É um texto com argumentos, não obstante uma ou outra imprecação desnecessária ao pensamento antagônico ( "A estas alturas o leitor estará pensando que só um quadrúpede pode comparar carne de porco, sal ou cigarro com cocaína, heroína e afins - Pra dizer a verdade conheço poucas coisas que tornam um indivíduo mais chato que uma cafungada de cocaína. Nada mais cafona, nada mais careta, nada mais burro - A experiência de proibição é, em suma, uma idiotice completa, criminosa, e todo o cidadão que a defende deveria ser seriamente questionado pois está, evidentemente, torcendo pelo bandido").

Aos leitores passo a palavra.

15 comentários:

Anônimo disse...

Quero dizer ao cantor e compositor que não me julgo burro ou idiota, nem cafona ou estúpido, como ele deselegantemente desqualifica seu antagonista de idéias.
Sua tese começa a se esfacelar no desrespeito a quem pensa diferente.
Ele ainda não se deu conta dos malefícios da cannabis, se vocês podem me entender.

Joana disse...

Anônimo, realmente pela tua argumentação vc não é nada burro, sobretudo na parte que vc diz "ele ainda naõ se deu conta dos malefícios da cannabis, se você podem me entender" ... rs rs rs...
O caso é o seguinte, gastei o meu tempo lendo a íntegra do que escreveu o Léo Jaime. E tudo o que posso afirmar é que gastei o meu tempo lendo o que escreveu o Léo Jaime.

Joana disse...

Ah, e tudo o que argumentou o Cel Mário Sérgio está correto, não houve nada "montado" só pq o Cel argumentou observando tópicos, o que serve para melhor apresentar as idéias, e para realmente descontruir um monte de argumentos que não resistem a uma análise mais aprofundada. Não falto do que contra argumentar o caro Léo Jaime arrumou essa aí...
Léo querido, "vc vai de carro prá escola, mas eu só vou à pé..."... mas mesmo indo à pé, eu já estou voltando com o bolo de fubá pronto...

Joana disse...

Enviei o comentário pelo palm e vejo que ficou confuso, aí vai:
Tudo o que escreveu o Cel está correto, não houve "montagens", apenas a observação de tópicos para melhor apresentar os argumentos e para desconstruir um monte de "idéias" que não resistem no entanto a uma análise mais aprofundada.
Na falta do que contradizer o Cel, o caro Léo Jaime arrumou essa desculpa aí...

Anônimo disse...

o cmt fez uma observação razoável,não foi nada comprometedor e até porque cada um pensa o que quer.saúdo ao novo cmt e digo que os olhos de mais de 40 mil policiais estão de olho em vc,esperançosos de uma pessoa que realmente luta a favor de seus subordinados.como disse "sou coadjuvante"sim,mas não temos amparo algum .acreditar em quem? estamos esquecidos!de um praça .

Thiago disse...

Cel Mário Sérgio. venho através dessa mensagem desejar ao senhor toda sorte do mundo e que o senhor venha ser o melhor comandante da PMERJ.Queria tbm fazer um pedido um desabafo pois acho uma injustiça para com os candidatos de baixa estatura Que queiram ingressar na PMERJ. pois a altura Mínima é de 1,68, uma estatura considerada normal, mais que para muitos Candidatos Impossível por terem baixa estatura.Isso é uma discriminação pois o Candidato que tem uma estatura maior, não é melhor que o outro por ele ser mais Baixo. Até porque temos Varios exemplos de Generais de Exército, Brigadeiros, Coroneis Fuzileiros, de baixa estatura que chegaram ao Posto máximo das forças Armadas. Eu mesmo sou de baixa estatura e Servi ao Exército Brasileiro e fui um ótimo soldado, Meu pai é da PMERJ e é de baixa estatura, na Polícia Militar de Minas Gerais a Altura Mínima é de 1,60 e possui ótimos Policias Militares, porisso peço ao Senhor que Reveja carinhosamente o edital da PMERJ, para que muitos Candidatos Como eu que tem o sonho de ser Policial Militar possa Realizar seus sonhos. E olha que eu ja quase realizei o meu, pois passei no concurso de SD PMERJ 2008, mais fiquei Reprovado no Exame Antopométrico, fazendo assim meu sonho não se realizar. Tenho Certeza que o senhor fará algo por Nós. Desde já agradeço. Thiago Silva

Anônimo disse...

Gostaria de deixar aqui meu protesto a respeito da DIP.
Essa semana cheguei lá as 9;00hs, e só sair as l4:45 hs.
Só para apanhar o resultado de um requerimento que fiz.
Um requerimento leva 45 dias para ser públicado.
Mulher bomita e carteirada de oficiais, vai na frente.
Quem tirou seus 30 anos, já velho e doente tem que aturar isso.
Gostaria que o Sr. CG. desse uma olhadinha por lá.
Um abraço, fique com Deus.

Anônimo disse...

Cel. sei que seu trabalho será duro, mas temos que melhorar a imagem da policia, não somente militar como a civil e até a federal. se as desculpas por erros dos policias se devem ao baixo Soldo, não existiria corrupção na policia federal que ganha 9.000 para começar. o que tem que mudar é, porque o policial tem que ser um funcionário publico e com isso não pode ser demitido a não ser quando comete UMA BARBARIDADE, sem cometer uma BARBARIDADE ele fica em serviços internos , isso é um premio pois ele sai da linha de fogo enquanjto seus colegas honestos dãop a cara a tapa. ele tem que ser demitido na hora. veja o caso do policial amaricano que foi flagrado beijando a sua colega dentro do carro, foram demitidos na hora. se fose aqui eles seriam afastados , aberto uma tal de sindicancia e depois voltariam normalmente. Outra pergunta é PORQUE OS POLICIAS, chegam eles de qualquer corporação TEM TANTO PODER, são pessoas que mal terminaram o segundo grau e é dado a eles poder de prender arbitrariamente, ofender quando abordam alguém. outro dia um policial saiu do carro ofendendo de pare seu filho da puta , para senão atiro, e era um pai de faminial com duas crianças no carro que tinha entrado na contra mão da rua que ele morava, estava errado devia ser multado etc... agora porque o policial ofenceu o cidadão e para pior quando esse pai de familiar reclamou das ofensas o policial ameaçou com voz de prisão.. um total absurdo... temos que rever esse conceito de policail ser funcionário publico, ele tem que ser punido como se tivesse em uma empresa normal e não ter tanto poderes assim.

Anônimo disse...

Senhor comandante geral,sou 1º sgt, sirvo no 10º bpm,estou na pm a 22 anos e fico indignada com o fato do pronasci só dá direito aos policiais com renda menor que 1700,será que estudar p ser promovido é castigo?n que eles n mereçam mas acho injusto n podermos receber os 400 reais,pois qdo o tempo de 1 ano acaba é só renovar que eles continuam a receber,e nós comandante como ficamos?Pois nós q recebemos um valor um pouquinho acima n temos direito só pq no passado resolvemos estudar um pouco mais? isso é revoltante p nós policiais militares q n temos direito,isso é um absurdo,então q ninguém tenha direito,já q n temos direitos iguais.obrigada.

Anônimo disse...

senhor sergio mario queremos o direito tambem de receber o beneficio de 400 reais,só pq eu ganho 50,00 acima eu n tenho direito???isso é um absurdo total,acho q todos os policiais deveriam de receber,isso p mim é preconceito aos pms q estudam p melhorar um pouco em sua profissão.

Anônimo disse...

comandante por favor olhe por nós e nossas viaturas aqui no 10º bpm por favor,estamos sem condições de trabalhar com tanta sucata q nos enviam,obrigada.

Renata disse...

Senhor Mário Sérgio,meu nome é Renata,e tenho 28 anos,gostaria de saber se a PMERJ irá realizar outro concurso para as mulheres,pois este ano infelismente sei que ainda n foi minha vez,por causa de 1 ponto,e eu assim como outras tantas só temos 2 anos a frente,devido o limite de idade ser de 30 anos,sei que seria uma excelente PM fem,e é por isso que gostaria muito de fazer parte desse time,por isso queria muito saber se ano que vem teremos outra chance,pois em minas o concurso para a PM abre todos os anos para ambos os sexos,mesmo que as vagas sejam poucas (200),gostaria muito que o governador nos desse outra chance se n este ano mas ano que vem,desde de já muito obrigada.

Anônimo disse...

Estado corrupto = sociedade falida.

Leo Jaime disse...

Obrigado por postar o texto na íntegra. Assim fica claro meu posicionamento. A proibição das drogas é um mal pior do que o das drogas. Assim como a proibição das bebidas o foi. E até pouco tempo as drogas eram todas liberadas. E não eram tão frequentes nos noticiários. Parabéns por seu posicionamento e trabalho. Que o debate exista nestes termos, elevados e claros.
Leo Jaime

fmcardoso disse...

Caros Leitores e caríssimo Léo Jaime,

Até a metade do texto, achava que ele merecia uma moldura, mas tenho algumas ressalvas com sua conclusão, como a idéia de fornecimento das substâncias pelo estado, ou mesmo na padaria.
Sou a favor não apenas da descriminalização, mas da legalização. Acho que com regulação, teriamos menos problemas relacionados a mal uso. Isso sem contar a eliminação do tráfico.

Gostaria de completar o texto com uma observação, a de que na guerra contra o tráfico, só quem se dá mal é o traficante menor, aquele que se envolveu pelas faltas de perspectivas de uma vida melhor, e o peão do cultivo, que não é dono de nada, é só mais um bóia-fria.

Abraços