quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Sarkozy, Relativismo e Ordem Pública

O texto abaixo é parte de um discurso do atual presidente da França Nicolas SarKozy. Foi proferido em Paris, no estádio de Bercy, lotado com 35 mil pessoas.

Embora não seja o seu discurso de posse, como pensam alguns, feito num tom mais ameno e de concórdia, permite a compreensão do que anseia o povo francês, após mais de três dezenas de anos de hegemonia do relativismo epistêmico que dominou a França pós-guerra.

O motivo de publicar excertos de sua fala, é abrir o leque das considerações no campo da Segurança Pública, a partir de uma reflexão de aspectos ideológicos que permeiam-na, e, que, no Brasil, não fugindo à regra de seguir os países considerados de primeiro mundo, empurrou os executores das políticas de segurança para um labirinto de postulados relativistas extremos, acuando a opinião divergente e intimidando o pensamento não-acadêmico, exclusivista.






Vou reabilitar o trabalho !


Derrotamos a frivolidade e a hipocrisia dos intelectuais progressistas; o pensamento único, daquele que "sabe tudo" e que condena a política enquanto a mesma é praticada. Desde 1968 não se podia falar da moral. Haviam-nos imposto o relativismo.

A idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto quanto o mestre, que não se pode dar notas para não traumatizar o mau estudante.

Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinqüente. Que a autoridade estava morta, que as boas maneiras haviam terminado. Que não havia nada sagrado, nada admirável.

Era o slogan de maio de 68 nas paredes de Sorbone: 'Viver sem obrigações e gozar sem trabalhar'. Quiseram terminar com a escola de excelência e do civismo. Assassinaram os escrúpulos e a ética.
Uma esquerda hipócrita que permitia indenizações milionárias aos grandes executivos e o triunfo do predador sobre o empreendedor; que está na política, nos meios de comunicação, na economia.

Ela tomou o gosto do poder. A crise da cultura do trabalho é uma crise moral. Vou reabilitar o trabalho.

Deixaram sem poder as forças da ordem e criaram uma farsa: 'abriu-se uma fossa entre a polícia e a juventude'. Os vândalos são bons e a polícia é
má. Como se a sociedade fosse sempre culpada e o delinqüente, inocente.

Defendem os serviços públicos, mas jamais usam o transporte coletivo. Amam tanto a escola pública, e seus filhos estudam em colégios privados. Dizem adorar a periferia e jamais vivem nela.

Assinam petições quando se expulsa um invasor de moradia, mas não aceitam que o mesmo
Se instale em sua casa. Essa esquerda que desde maio de 1968 renunciou o mérito e o esforço, que atiça o ódio contra a família, contra a sociedade e contra a República.

Isto não pode ser perpetuado num país como a França e por isso estou aqui. Não podemos inventar impostos para estimular aquele que cobra do Estado sem trabalhar. Quero criar uma cidadania de deveres.
SarKozy
Leiam, meditem, comentem.

19 comentários:

GSBAD disse...

Boa noite Mário!

Que prazer cara, obrigado pela visita.
O livro do senhor é ótimo, devo-lhe dizer que passei a ter admiração maior pelo trabalho da tropa depois que li o seu livro. E é inegável a semelhança dos fatos mostrados no filme com fatos que o senhor narra na obra.

Já favoritei o seu blog, vou passar a acompanha-lo e comentar mais vezes.

Não tenho experiencia nenhuma como policial, mas me interesso muito pela carreira. Meu pai é policial a quase 30 anos eu acho, e criou eu e minhas irmãs com louvor e dedicação.
E eu estou ralando nos estudos pro concurso que - teoricamente já era pra ter saido - vai acontecer aqui em brasilia para soldado.

vamo ver ai né.. rsrs

"lealdade, destemor e integridade"

Abração!!

GSBAD disse...

Mário criei uma enquete lá no meu blog com a seguinte pergunta:

" Qual a melhor medida emergencial para combater o crime? "

tem várias opções, multipla-escolha.. dá uma passadinha lá..

Abração!!

Unknown disse...

Extraordinário discurso,
caro TC MSDB.
Espetacular.

Quase não acredito que o discurso foi proferido na França, e não aqui.

Mas, lá...como cá? Será?

Grande reflexão!
Obrigado de novo

Stive disse...

Parabéns pelo blog, só gostaria de deixar aqui uma sugestão, poderia ter um link do feed, um recurso que o blogger fornece para que o blogger seja acessado por outros meios, como é o caso do orkut..

abs
HTTP://WWW.STIVE.COM.BR
NHILL@STIVE.COM.BR

Anônimo disse...

O artigo 5º da constituição de 88 estabelece direitos e deveres individuais e coletivos. Exercitar cotidianamente de forma parcial e conveniente os preceitos constitucionais é dia a dia contribuir para corrosão e apodrecimento de nossa Carta Magna. A tentativa de legitimar a ilegalidade, seja por inclinações morais através de lógicas políticas, científicas, culturais e religiosas,seja por ignorância ou bestialidade, transformam ainda mais a nossa Lei Maior em letra morta.
Pensar a Constituição e as Leis não é transgredi-las , mas sim modificá-las. Pensar a Constituição e as Leis é perceber que a descricionalidade política e administrativa de efeito algum poderá agir contra a obrigação estatal de garantir os preceitos legais e constitucionais. Pensar a Constituição e as Leis é perceber e integrar à legalidade mudanças sociais. Pensar a Constituição e as Leis é também ter coragem para “retroceder” e admitir o equívoco de algumas idéias vanguardistas que por hora nos remete ao caos e nos consome a esperança.

Força e Honra!
Assinado: T.R.I.

Anônimo disse...

O filme Tropa de Elite reabriu o debate sobre a liberação do uso de drogas ilícitas- argumento defendido por alguns como via de extirpação do tráfico de drogas no Brasil. Muitos apontam como falha da obra cinematográfica a falta do tema (liberação das drogas) e vociferam contra aqueles que intentam a culpa da existência do tráfico na conta do usuário de drogas. Pensaremos em exclusividade ou responsabilidade da culpa? Esquecem estes mesmos críticos que todo cidadão, usuário de drogas ou não, explorador ou financiador do crime contribui sim pela escalada da violência em nosso país e que a legislação que não os beneficia não pode ser usada como excludente de culpa para atos criminosos (se a classe média se sentiu ferida no filme, ótimo! a classe média é responsável sim e também pelo tráfico e violência nas favelas e no asfalto). Sempre haverá uma proibição legal, decidida pelo povo através de seus representantes, coibindo determinada atividade e conduta que afronte ao interesse público. Assim como sempre haverá um Bando disposto a explorar o proibido para auferir renda. E ainda aqueles interessados em pagar aos Bandos o que for necessário para usufruir do proibido. Então o que faremos? Proibiremos o proibido para não corrermos risco de estimularmos a violência? Amputaremos a decisão de agir contra TODOS os criminosos por não termos uma sociedade livre de problemas e injustiças sociais? Cercearemos da polícia o direito e o dever de agir contra TODO tipo de crime por não termos uma polícia, uma justiça, um gorverno perfeito?
Ainda sobre o filme, hoje, num jornal de grande vinculação, li a opinião de um crítico de cinema que escreveu: “Esse déficit moral faz com que o brasileiro aceite a idéia de tortura e violência policial como quem come um pastel de carne moída.”
Acrescento a idéia de que a questão não é moral mais sim legal. Que a grande questão do respeito a cidadania não vagueie e se encerre naquilo que discordamos, no imaginário de cada um, mais sim naquilo que acordamos em nossa constituição.
Repensar e mudar as leis em função das “evoluções” sociais e científicas é legítimo. Mas que estejamos cientes de todos os possíveis desdobramentos negativos de novas investidas. Que tenhamos coragem para admitir que velhos avanços foram na verdade novos retrocessos. E que tenhamos coragem de admitir: as leis são instituídas para serem exigíveis pelo Estado a favor de TODOS e contra TODOS.


Força e Honra!

T.R.I.

Anônimo disse...

O filme Tropa de Elite reabriu o debate sobre a liberação do uso de drogas ilícitas- argumento defendido por alguns como via de extirpação do tráfico de drogas no Brasil. Muitos apontam como falha da obra cinematográfica a falta do tema (liberação das drogas) e vociferam contra aqueles que intentam a culpa da existência do tráfico na conta do usuário de drogas. Pensaremos em exclusividade ou responsabilidade da culpa? Esquecem estes mesmos críticos que todo cidadão, usuário de drogas ou não, explorador ou financiador do crime contribui sim pela escalada da violência em nosso país e que o fato da legislação não os beneficiar não pode ser usado como excludente de culpa para atos criminosos (se a classe média se sentiu ferida no filme, ótimo! a classe média é responsável sim e também pelo tráfico e violência nas favelas e no asfalto). Sempre haverá uma proibição legal, decidida pelo povo através de seus representantes, coibindo determinada atividade e conduta que afronte ao interesse público. Assim como sempre haverá um Bando disposto a explorar o proibido para auferir renda. E ainda aqueles interessados em pagar aos Bandos o que for necessário para usufruir do proibido. Então o que faremos? Proibiremos o proibido para não corrermos risco de estimularmos a violência? Amputaremos a decisão de agir contra TODOS os criminosos por não termos uma sociedade livre de problemas e injustiças sociais? Cercearemos da polícia o direito e o dever de agir contra TODO tipo de crime por não termos uma polícia, uma justiça, um gorverno perfeito?
Ainda sobre o filme, hoje, num jornal de grande vinculação, li a opinião de um crítico de cinema que escreveu: “Esse déficit moral faz com que o brasileiro aceite a idéia de tortura e violência policial como quem come um pastel de carne moída.”
Acrescento a idéia de que a questão não é moral mais sim legal. Que a grande questão do respeito a cidadania não vagueie e se encerre naquilo que discordamos, no imaginário de cada um, mais sim naquilo que acordamos em nossa constituição.
Se é para repensar e mudar as leis em função das “evoluções” sociais e científicas que façamos. Mas que estejamos cientes de todos os possíveis desdobramentos negativos de novas investidas. Que tenhamos coragem para admitir que velhos avanços foram na verdade novos retrocessos. E que tenhamos coragem de admitir: as leis são instituídas para serem exigíveis pelo Estado a favor de TODOS e contra TODOS.


Força e Honra!

T.R.I.

Kelly Dabés disse...

Caro Mário.
Recebi um arquivo .pps com o discurso proferido Por Nicolas Sarkozy. Ao procurar sobre a veracidade do mesmo cai no seu blog. O texto de Sarkozy expõe com muita clareza sobre acontecimentos na França e também no Brasil que aproveitarei para divulgá-lo também em meu blog.
Parabéns pelo blog de Segurança Pública - Idéias e Ações. Vamos à luta contra este estado de caos que se encontra nosso país.
Um abraço,
Kelly Dabés (opinioaberta.blogspot.com)

Anônimo disse...

Pronasci prevê polícia sem armas de fogo e mais próxima da comunidade


Por Redação, com ABr - de Brasília


As armas de fogo dos policiais brasileiros deverão ser substituídas pela conversa e a proximidade com a comunidade, e as viaturas, por bicicletas. É assim que o governo federal quer que ajam as polícias militar e civil de todo o país. Este é o conceito da polícia comunitária, carro-chefe das políticas federais para o combate à violência reunidas no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

— O atual modelo de policiamento é ilusório. Você vê a polícia passando e tem a sensação de segurança, mas não tem segurança — afirma o diretor do Departamento de Pesquisa, Análise de Informação e Desenvolvimento de Recursos Humanos em Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri.

Para ele, é necessário substituir essa polícia por uma que dê prioridade ao diálogo com a comunidade, que seja indispensável nas reuniões de moradores. — Um modelo de proximidade com policiais caminhando nas ruas, andando de bicicleta. Mas se o modelo predominante é a viatura, ele passa o dia inteiro na viatura com a janela fechada —.

No novo modelo, a arma de fogo continua sendo usada, mas não será predominante. — Vamos substituir por uma arma não letal, como um rádio comunicador para pedir ajuda —.

De acordo com o diretor, o que mais incomoda o cidadão é a falta de liberdade cotidiana de ir e vir, é ter o seu salário roubado no fim do mês, a filha ameaçada sexualmente, a falta de segurança dentro da sua própria casa. — Esses fenômenos a gente reduz muitíssimo [a partir da adoção do novo modelo de polícia]. Há experiências no Brasil setorizadas que reduziram de 30% a 60% o índice de violência e criminalidade —.

Ele cita um exemplo prático. — Se está havendo roubo de botijão de gás, vamos dar dicas à sociedade do que fazer para diminuir o problema. Ao mesmo tempo, vamos ouvir da sociedade o que ela acha que a polícia precisa fazer —.

Para Balestreri, a polícia comunitária é um excelente exemplo e a polícia precisa voltar a ser exemplo. Ele lembra que a exceção ao novo modelo é o crime organizado. — Evidentemente não é a polícia comunitária que vai acabar com o crime organizado, que tem que ser combatido com tecnologia de repressão qualificada —.

Ainda assim, para ele, o que vai reduzir o crime organizado são as ações de investigação de inteligência, como políticas de combate à lavagem de dinheiro, infiltração e identificação dos chefões.

O diretor lembra que o atual modelo de policiamento foi introduzido com o golpe militar em 1964. — O combate à violência não funciona sem respeito aos direitos humanos. Desde 64, temos modelos de policiamento que não são respeitadores, que tentam acabar com a violência através da bordoada, da prisão, da matança. Não dá certo combater os criminosos da mesma forma que eles, do mesmo jeito que eles fazem com a sociedade. A gente se assemelha a eles —.

Anônimo disse...

O debate sobre a liberação do uso de drogas ilícitas- argumento defendido por alguns como via de extirpação do tráfico de drogas no Brasil, voltou a estar em pauta e com vigor. Muitos vociferam contra aqueles que intentam a culpa da existência do tráfico na conta do usuário de drogas. Esquecem de mencionar, estes mesmos críticos, que todo cidadão, usuário de drogas ou não, explorador ou financiador do crime contribui sim pela escalada da violência em nosso país e que o fato da legislação não os beneficiar não pode ser usado como excludente de culpa para atos criminosos.
Devemos refletir que sempre haverá uma proibição legal, decidida pelo povo através de seus representantes, coibindo determinada atividade e conduta que afronte ao interesse público. Assim como sempre haverá um Bando disposto a explorar o proibido para auferir renda. E ainda aqueles interessados em pagar aos Bandos o que for necessário para usufruir do proibido. Então o que faremos? Proibiremos o proibido para não corrermos risco de estimularmos a violência? Amputaremos a decisão de agir contra TODOS os criminosos por não termos uma sociedade livre de problemas e injustiças sociais? Cercearemos da polícia o direito e o dever de agir contra TODO tipo de crime por não termos uma polícia, uma justiça, um gorverno perfeitos?
A moral nortea as decisões de um povo refletindo seu posicionamento diante dos impasses coletivos. E nem sempre é fácil para o indivíduo,mergulhado em seu próprio universo, aceitar e por em prática o exercício da cidadania. Minha esperança maior é que a grande questão do respeito a cidadania não vagueie e se encerre naquilo que discordamos, no imaginário de cada um, mais sim naquilo que acordamos em nossa constituição.
Repensar e mudar as leis em função das evoluções sociais (sempre questionáveis) e científicas é legítimo. Mas que estejamos cientes de todos os possíveis desdobramentos negativos de novas investidas. Que tenhamos coragem para admitir que velhos avanços se transformaram na verdade em novos retrocessos. As leis são instituídas para serem exigíveis pelo Estado a favor de TODOS e contra TODOS.

Força e Honra!
T.R.I.

Mário Sérgio de Brito Duarte disse...

Prezado comentarista que postou sobre a proposta de um diretor da SENASP de colocar patrulhamento desarmado e de bicicleta nas favelas (supõe-se que no Rio, também), peço-te tolerância para certas idéias, mas, principalmente, paciência.
Não gosto de teologizar meu discurso, mas vou parafrasear uma máxima do cristianismo: perdoe-o, ele não sabe o que diz.

Anônimo disse...

DESCULPE MAS ESTE ASSUNTO É IMPORTANTE.


MAIS UM ASSALTO AO MEU AO TEU AO NOSSO BOLSO.VEJAM A SACANAGEM DESTES POLITICOS SEM VERGONHA.


Supera os R$ 100 milhões a dívida do governo do estado com o sistema de saúde da Polícia Militar. É mais do que o dobro do que custou um hospital de grande porte na Quinta da Boa Vista à Rede D'Or, uma das melhores do estado. Dá para concluir que se o dinheiro, descontado dos policiais, fosse usado para a assistência na corporação, o Hospital Central da PM seria o melhor do Rio de Janeiro.

October 01, 2007

Mário Sérgio de Brito Duarte disse...

Obrigado Lêda C B Anastácio, por seu comentário no meu artigo "O trinômio ONGS, IDEOLOGIA E ANONIMATO: bases do Projeto 200 anos".
Fico honrado com vossa presença
Cordialmente,
Mário Sérgio

Anônimo disse...

Sr. Mário Sérgio:
É a segunda vez que viro fã do blog de um militar, pelo realismo e profundidade dos argumentos. A primeira, foi com o Stangoff.com . Muita inspiração para o sr, e disposição pra divulgar aqui, as experiências que achar interessantes. Precisamos desse tipo de sinceridade e aprofundamento , para alimentar e enriquecer os debates em nosso país. Abraço.

Giuliano

Anônimo disse...

São bons os tempos!
É o retorno da razã; a supremacia do logos.
É a possibilidade da convivência respeitadora da unidade, sobre a falsidade no simulacro do "progressismo" escamoteador de ódios e intolerâncias, expostas pelo "coletivo endeusado".
É Platão agachando-se em direção à Nietzsche, para ajudá-lo à soerguer-se do assoalho da loucura no qual se atirou, enquanto proferia impropérios contra Um indulgente nazareno que o observava com olhar complacente e desprovido de mal.
É a centelha da luz se fazendo ver em meio à escuridão.
É a hipótese da vida sobre a não-vida; do ser, sobre o não-ser.
Sejam bem-vindos à verdade possível, qualquer que se saiba humano.

Anônimo disse...

CAVEIRA!!!!!!!!!!!!!

A CAVEIRA DEVE SER BANHADA DE HUMILDADE ANTES MESMO DE SER OSTENTADA.
SÓ ASSIM ELA TERÁ ALMA E BRILHARÁ ETERNAMENTE SEM QUE SEJA PRECISO PROVAR NADA A NINGUÉM.
VITÓRIA SOBRE A MORTE.
CAVEIRA

CAVEIRA

CAVEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Anônimo disse...

Caro Mário,
Estava buscando informações sobre a policia e acabei parando no seu blog. Pude ler alguns artigos publicados e confesso que compartilho(e muito) de algumas idéias que voces expôs aqui...mais precisamente no post anterior. Creio que realmente há uma inversão de valores em nossa sociedade, e que deveria ser feita uma re-análise da constituição. Do que adianta dizer que um salário abastado para os políticos serve de garantia de imparcialidade e autonomia/independência,se na prática nada disto ocorre? E quantoaos policiais? Que possuem suas famílias, que tem filhos para criar...Sair de casa por míseros 500, 700 reais? Sabendo que têm que dar suas vidas?? Nada mais justificável que a corrupção dos mesmos! Quanto aos parlamentares, creio que isso não se aplica como justificativa.
Fica aqui apenas minha opinião de indignação para com a situação atual dos policiais no nosso país, e as minhas congratulações pelos seus textos! É de pessoas como você que o Brasil precisa. Vamos ver se minha geraçãoconsegue mudar isso!
Grande abraço!

Anônimo disse...

Ilustríssimo Senhor Coronel Mário Sergio,

Como já disse em outro comentário, suas postagens deixam pouca margem a complementos.
Obrigado pela generosidade ao dividir suas idéias conosco, e mais uma vez parabéns pela lucidez.
Rogo a Deus para que ela nunca se obnubile.

Ao senhor, minha sincera admiração e meu eterno respeito, representadas pela continência, que lhe seria prestada ainda que não fosse devida.


Francisco

Mário Sérgio de Brito Duarte disse...

Francisco
Bom vê-lo outra vez por aqui.
Minhas continências simultâneas.
Força e honra!