- Eu não assisti o Tropa 2.
Não sei quantas vezes já respondi a esta pergunta.
Durante a coletiva com a imprensa na Secretaria de Segurança, no dia 14, logo após a entrada do BOPE no Morro dos Macacos, um dos jornalistas instou-nos sobre isso.
Havia duas dezenas de profissionais da mídia no auditório, com suas câmeras, gravadores e blocos de anotação.
Foi possível ler na expressão de seus rostos certa frustração, quando eu o Dr. Beltrame respondemos negativamente ao entrevistador que, muito provavelmente, aguardava ansioso uma chance para a digressão do tema que pautava a coletiva:
- Eu não assisti, ou, ainda não assisti – respondi algo assim.
Eu tenho alguns motivos para não ter visto o filme que ainda vou ver, e o primeiro tem a ver com as minhas intuições sem nenhuma configuração filosófica ou científica.
Tem a ver com as minhas secretas intuições, expressão que colhi do imenso repositório pedagógico de um renomado professor francês do século XIX, discípulo de Pestalozzi, para explicar o inexplicável sob certa consideração da razão.
Tropa 2 foi rodado com a insubstituível colaboração da PM.
Lembro-me do dia que recebi o cineasta José Padilha no meu gabinete.
“Zé”, como não se incomoda de ser chamado na informalidade, procurou-me para dizer de sua necessidade de ajuda para o Tropa 2.
Queria dar à sua obra um sentido que fosse por todo tempo identificado na realidade, e isto incluía evitar ao máximo os simulacros estéticos dos cenários físicos, utilizando-se de lugares reais para as tomadas: quartel do BOPE, stands de tiro, viaturas blindadas e o Quartel General.
Foi uma tarde agradável. Conversamos principalmente sobre a polarização que o Tropa 1 havia causado nos discursos intelectualizados da esquerda e da direita, pouco ininteligíveis ao expectador menos aparelhado à compreensão do ideológico, ainda que não construído com tal fim.
Desde o primeiro momento de nossa conversa, eu acenei para Zé Padilha que poderia ajudá-lo, sim, desde que eu soubesse exatamente o rumo que pretendia imprimir à sua obra.
Eu sabia de antemão que Zé Padilha não iria fazer um reclame, um comercial que conduzisse o público à falsa impressão de uma Polícia Militar idealizada como expressão de excelência de Corporação.
Zé não faria panfletagem da PM, seria ridículo; a PM está longe da perfeição e ninguém em sã consciência, mesmo sendo seu integrante, pode pretender coisa assim.
Ainda que lutando todo o tempo para tornar-se melhor, sua caminhada segue aos tropeços, caindo e levantando muitas e incansáveis vezes para vencer os desafios da cultura interna que naturaliza estruturas de poder, ao mesmo tempo em que luta para consolidar os valores validados como regra de conduta do espírito, que devem animar o corpo institucional com sua ética, sua moral e seu ethos.
Zé Padilha me assegurou que seria um filme muito bom, que eu me aquietasse.
Capitão Nascimento já seria coronel e teria um filho “maconheiro”.
Os mesmos corruptos do filme anterior estariam presentes, com uma participação mais refinada na “sacanagem”, agora envolvendo políticos com jornada nas milícias.
Aquele foi o primeiro contato que tivemos e que seria sucedido de mais dois ou três, sempre em espaços da PM.
Algo que Zé Padilha deixara claro já na primeira conversa, é que não pretendia produzir algo que conduzisse o público a conclusões falseadas sobre o que ele mesmo pensava da Polícia Militar.
Uma obra de ficção que aborda fatos reais, tal como Guerra ao Terror, tal como Dia de Treinamento, tal como Full Metal Jacket têm o poder de conduzir os espectadores a conclusões supra-reais com reflexos para as relações futuras destes com as entidades representadas.
Filmes precisam romancear os personagens. Os heróis devem ser atormentados; é preciso passar a idéia de que eles estão sozinhos e jamais permitir conclusões como, por exemplo,de que no Rio de Janeiro dos "dias atuais" há gente tentando mudar; que há novos ventos soprando.
Zé Padilha me assegurou que não intentava fazer juízo depreciativo sobre nosso pessoal, ou algo que pudesse transparecer que a instituição fosse constituída de uma maioria de corruptos e criminosos.
Ele disse mais; disse que sabia que tratava com pessoas sérias, e que por isso qualquer coisa que pudesse ser repassada como contrapartida pela utilização de recursos da PM, não violaria a linha que circunscreve a dimensão que havíamos adotado como solo sagrado de nossas obrigações éticas.
Combinamos, então, que ele faria uma visita à Diretoria de Assistência Social da PM (DAS), onde provavelmente, teríamos a melhor chance de encontrar destino justo e adequado para a contrapartida sugerida por ele mesmo.
Muitos de nós consideramos a DAS uma espécie de campo de redenção, onde podemos pelo trabalho resgatar tempo precioso de nossas vidas, gasto com reclamações desproporcionais à dimensão dos problemas aventados.
São tantos os necessitados de ajuda, e em graus tão paroxísticos em suas demandas, que somente uma compreensão excedível da simples missão profissional pode proporcionar o funcionamento daquelas engrenagens, promotoras de algum conforto e assistência.
Só mesmo pelo exercício constante das faculdades positivas da alma, se torna possível o atendimento das exigências ininterruptas de policiais que padecem de males físicos, psicológicos, materiais, tendo em vista os escassos recursos que a instituição pode destinar à faina oculta aos olhos da sociedade.
Assim, vislumbramos a oportunidade benfazeja para o recém-criado projeto Renascer, Servir e Proteger, destinado à re-incluir socialmente pelo esporte, Policiais Militares com necessidades especiais, na sua maioria cadeirantes vítimas de confrontos armados.
Inferimos que o grupo poderia receber algum tipo de benefício legal e legítimo, à escolha de Zé Padilha, que englobaria o engajamento de patrocinadores com sua orientação ou, até, numa hipótese mais solidária e desprendida, sua participação (do filme) na construção de uma piscina para a equipe de natação que os cadeirantes estavam iniciando com tantas expectativas positivas, rompendo um círculo de insulamento em parte voluntário, em parte compelido pelas circunstâncias.
Zé Padilha foi à DAS; estava acompanhado do “Capitão Nascimento”.
Eu cito Wagner Moura desta forma porque fica difícil pensá-lo interpretando uma personagem criada para si mesmo, naquelas circunstâncias.
Eu não quero pensar que ele foi exibir-se um Wagner que não é. Um Wagner capaz de simular se interessar pela dor intraduzível à linguagem cênica, paradoxalmente não registrada naqueles olhares cheios de júbilo dos cadeirantes, funcionários e familiares, emocionados com sua presença.
Naquela tarde não registrada pelas lentes sempre atentas da imprensa ansiosa por notícias do filme, Zé Padilha encheu a todos de esperança, por verem-no uma espécie de “deus” re-criador de sonhos, enquanto Nascimento os permitia pensarem-se verdadeiramente uma Tropa de Elite.
Zé Padilha acenou positivo para muitas coisas. Daria uma justa e sincera contrapartida para o definitivo retorno à vida daqueles que derramaram sangue honrado nas lutas que ele levaria para a tela.
Eu, e cada um dos que participamos daquele encontro, guardamos a boa impressão das falas e dos gestos convincentes dos nossos visitantes. E olhem que isso já tem um bom tempo!
Sempre soubemos que no futuro haveria performances, que haveria luzes, câmera e multidões, sempre soubemos que o filme exigir-lhes-ia representar e simular, mas por um bom tempo mantivemos a sensação de que estivéramos frente a frente com o avesso da face pretendida no simulacro da arte.
Eu ainda não assisti Tropa 2, mas não porque receio encontrar na mimese brilhante, a verdade, e sim porque desconfio que possa encontrar o falseado no engodo usado para a sedução perversa, e gostaria de estar melhor preparado para isso.
Já me disseram que Nascimento propõe o fim da PM, numa sessão da Assembléia Legislativa em dado momento do filme.
Faço um apelo ao Capitão Nascimento: que ele diga ao Zé Padilha e ao Wagner Moura para correrem até a DAS antes que isso aconteça, pois lá eles esqueceram pelo menos um capítulo da obra de suas vidas que seria conveniente resgatarem.
Vai que alguém pense que é coisa de pouco valor.
Não sei quantas vezes já respondi a esta pergunta.
Durante a coletiva com a imprensa na Secretaria de Segurança, no dia 14, logo após a entrada do BOPE no Morro dos Macacos, um dos jornalistas instou-nos sobre isso.
Havia duas dezenas de profissionais da mídia no auditório, com suas câmeras, gravadores e blocos de anotação.
Foi possível ler na expressão de seus rostos certa frustração, quando eu o Dr. Beltrame respondemos negativamente ao entrevistador que, muito provavelmente, aguardava ansioso uma chance para a digressão do tema que pautava a coletiva:
- Eu não assisti, ou, ainda não assisti – respondi algo assim.
Eu tenho alguns motivos para não ter visto o filme que ainda vou ver, e o primeiro tem a ver com as minhas intuições sem nenhuma configuração filosófica ou científica.
Tem a ver com as minhas secretas intuições, expressão que colhi do imenso repositório pedagógico de um renomado professor francês do século XIX, discípulo de Pestalozzi, para explicar o inexplicável sob certa consideração da razão.
Tropa 2 foi rodado com a insubstituível colaboração da PM.
Lembro-me do dia que recebi o cineasta José Padilha no meu gabinete.
“Zé”, como não se incomoda de ser chamado na informalidade, procurou-me para dizer de sua necessidade de ajuda para o Tropa 2.
Queria dar à sua obra um sentido que fosse por todo tempo identificado na realidade, e isto incluía evitar ao máximo os simulacros estéticos dos cenários físicos, utilizando-se de lugares reais para as tomadas: quartel do BOPE, stands de tiro, viaturas blindadas e o Quartel General.
Foi uma tarde agradável. Conversamos principalmente sobre a polarização que o Tropa 1 havia causado nos discursos intelectualizados da esquerda e da direita, pouco ininteligíveis ao expectador menos aparelhado à compreensão do ideológico, ainda que não construído com tal fim.
Desde o primeiro momento de nossa conversa, eu acenei para Zé Padilha que poderia ajudá-lo, sim, desde que eu soubesse exatamente o rumo que pretendia imprimir à sua obra.
Eu sabia de antemão que Zé Padilha não iria fazer um reclame, um comercial que conduzisse o público à falsa impressão de uma Polícia Militar idealizada como expressão de excelência de Corporação.
Zé não faria panfletagem da PM, seria ridículo; a PM está longe da perfeição e ninguém em sã consciência, mesmo sendo seu integrante, pode pretender coisa assim.
Ainda que lutando todo o tempo para tornar-se melhor, sua caminhada segue aos tropeços, caindo e levantando muitas e incansáveis vezes para vencer os desafios da cultura interna que naturaliza estruturas de poder, ao mesmo tempo em que luta para consolidar os valores validados como regra de conduta do espírito, que devem animar o corpo institucional com sua ética, sua moral e seu ethos.
Zé Padilha me assegurou que seria um filme muito bom, que eu me aquietasse.
Capitão Nascimento já seria coronel e teria um filho “maconheiro”.
Os mesmos corruptos do filme anterior estariam presentes, com uma participação mais refinada na “sacanagem”, agora envolvendo políticos com jornada nas milícias.
Aquele foi o primeiro contato que tivemos e que seria sucedido de mais dois ou três, sempre em espaços da PM.
Algo que Zé Padilha deixara claro já na primeira conversa, é que não pretendia produzir algo que conduzisse o público a conclusões falseadas sobre o que ele mesmo pensava da Polícia Militar.
Uma obra de ficção que aborda fatos reais, tal como Guerra ao Terror, tal como Dia de Treinamento, tal como Full Metal Jacket têm o poder de conduzir os espectadores a conclusões supra-reais com reflexos para as relações futuras destes com as entidades representadas.
Filmes precisam romancear os personagens. Os heróis devem ser atormentados; é preciso passar a idéia de que eles estão sozinhos e jamais permitir conclusões como, por exemplo,de que no Rio de Janeiro dos "dias atuais" há gente tentando mudar; que há novos ventos soprando.
Zé Padilha me assegurou que não intentava fazer juízo depreciativo sobre nosso pessoal, ou algo que pudesse transparecer que a instituição fosse constituída de uma maioria de corruptos e criminosos.
Ele disse mais; disse que sabia que tratava com pessoas sérias, e que por isso qualquer coisa que pudesse ser repassada como contrapartida pela utilização de recursos da PM, não violaria a linha que circunscreve a dimensão que havíamos adotado como solo sagrado de nossas obrigações éticas.
Combinamos, então, que ele faria uma visita à Diretoria de Assistência Social da PM (DAS), onde provavelmente, teríamos a melhor chance de encontrar destino justo e adequado para a contrapartida sugerida por ele mesmo.
Muitos de nós consideramos a DAS uma espécie de campo de redenção, onde podemos pelo trabalho resgatar tempo precioso de nossas vidas, gasto com reclamações desproporcionais à dimensão dos problemas aventados.
São tantos os necessitados de ajuda, e em graus tão paroxísticos em suas demandas, que somente uma compreensão excedível da simples missão profissional pode proporcionar o funcionamento daquelas engrenagens, promotoras de algum conforto e assistência.
Só mesmo pelo exercício constante das faculdades positivas da alma, se torna possível o atendimento das exigências ininterruptas de policiais que padecem de males físicos, psicológicos, materiais, tendo em vista os escassos recursos que a instituição pode destinar à faina oculta aos olhos da sociedade.
Assim, vislumbramos a oportunidade benfazeja para o recém-criado projeto Renascer, Servir e Proteger, destinado à re-incluir socialmente pelo esporte, Policiais Militares com necessidades especiais, na sua maioria cadeirantes vítimas de confrontos armados.
Inferimos que o grupo poderia receber algum tipo de benefício legal e legítimo, à escolha de Zé Padilha, que englobaria o engajamento de patrocinadores com sua orientação ou, até, numa hipótese mais solidária e desprendida, sua participação (do filme) na construção de uma piscina para a equipe de natação que os cadeirantes estavam iniciando com tantas expectativas positivas, rompendo um círculo de insulamento em parte voluntário, em parte compelido pelas circunstâncias.
Zé Padilha foi à DAS; estava acompanhado do “Capitão Nascimento”.
Eu cito Wagner Moura desta forma porque fica difícil pensá-lo interpretando uma personagem criada para si mesmo, naquelas circunstâncias.
Eu não quero pensar que ele foi exibir-se um Wagner que não é. Um Wagner capaz de simular se interessar pela dor intraduzível à linguagem cênica, paradoxalmente não registrada naqueles olhares cheios de júbilo dos cadeirantes, funcionários e familiares, emocionados com sua presença.
Naquela tarde não registrada pelas lentes sempre atentas da imprensa ansiosa por notícias do filme, Zé Padilha encheu a todos de esperança, por verem-no uma espécie de “deus” re-criador de sonhos, enquanto Nascimento os permitia pensarem-se verdadeiramente uma Tropa de Elite.
Zé Padilha acenou positivo para muitas coisas. Daria uma justa e sincera contrapartida para o definitivo retorno à vida daqueles que derramaram sangue honrado nas lutas que ele levaria para a tela.
Eu, e cada um dos que participamos daquele encontro, guardamos a boa impressão das falas e dos gestos convincentes dos nossos visitantes. E olhem que isso já tem um bom tempo!
Sempre soubemos que no futuro haveria performances, que haveria luzes, câmera e multidões, sempre soubemos que o filme exigir-lhes-ia representar e simular, mas por um bom tempo mantivemos a sensação de que estivéramos frente a frente com o avesso da face pretendida no simulacro da arte.
Eu ainda não assisti Tropa 2, mas não porque receio encontrar na mimese brilhante, a verdade, e sim porque desconfio que possa encontrar o falseado no engodo usado para a sedução perversa, e gostaria de estar melhor preparado para isso.
Já me disseram que Nascimento propõe o fim da PM, numa sessão da Assembléia Legislativa em dado momento do filme.
Faço um apelo ao Capitão Nascimento: que ele diga ao Zé Padilha e ao Wagner Moura para correrem até a DAS antes que isso aconteça, pois lá eles esqueceram pelo menos um capítulo da obra de suas vidas que seria conveniente resgatarem.
Vai que alguém pense que é coisa de pouco valor.
36 comentários:
Acho engraçado ler o que as pessoas envolvidas no filme falam em entrevistas. São OS ENTENDEDORES de Segurança Pública!
O Padilha então entende muita coisa! Tendo o Pimentel ao lado ele realmente está por dentro da realidade da Polícia Militar!
É a segunda vez que ele pede ajuda da PM seja para auxiliar na preparação dos atores, seja para transformar alguns policiais em atores, seja para utilizar os batalhões como locação.
Na primeira vez, até onde me lembro, eles (O Pimentel e o Padilha), foram ao BOPE sem sua autorização e pelas suas costas, já que o sr era o cmt da unidade, se utilizar do que a unidade tinha a oferecer para servir como um workshop para o Tropa de Elite I.
Pediram desculpas? Se arrependeram por tal atitude sabendo o quanto era absurdo entrar em uma unidade sem a autorização do comandante? Só o senhor pode responder isso.
Precisaram da PM novamente, mas desta vez iriam precisar de locação, entao nao teve jeito, teria que pedir autorização, entrar pela porta da frente, e o fizeram com aquele sorriso amarelo que só os dois tem.
Resultado, o sr confiou novamente naquele que te traiu em 95, naqueles que o enganaram em 2000, naqueles que preferiram rastejar escondidos pela porta dos fundos em 2006 e agora em 2010 mentiram com a cara mais lavada do mundo que só eles tem.
Poderíamos imaginar que esse papel que eles interpretam foi algo produzido pela Fátima Toledo, mas a história é antiga.. Ela nem sequer existia nesse meio ainda..
Logo conclui-se que não é encenação deles, é caraterística pessoal, mesmo.
Tem gente que nasce assim e nem um centavo do que eles arrecadarem vai mudar essa peculiar característica que é a faltar com a verdade, não ter CORAGEM de dizer a verdade quando se bate de frente com um CAVEIRA de verdade.
Viva o Tropa de Elite II. Viva a falta de caráter daqueles que CONDENAM a falta de caráter!
Comandante,grande iniciativa esperamos que o Zé Padilha tenha consciência e cumpra o que prometeu.
"Quem planta vento, colhe tempestade."
Também vai pegar voce foi ótimo
hahahaha
Como diz no filme: eles estão
"…se achando o pica das galáxias"
Comandante, acho que eles estão de pombagerisse com o senhor!
Pena que o senhor não assistiu o filme...
Eu acho que deveria ser aberta uma CPMF pra resolver essa questão!
Um abraço CG!
Vou te falar, tem gente que te chama de tolo e cego, mas voce é bem esperto.
Olá, comandante. Boa noite. pena que o senhor não viu o filme pois gostaria de perguntar uma coisa.
No final, é proposto como solução dos problemas acabar com a PM.
O senhor concorda com isso?
Sabe que, assistindo ao filme, até que faz um pouco de sentido o que ele disse. Do jeito que a m* ta fedendo é melhor acabar e começar algo novo.
O que o senhor acha?
Obs: Muito bom o seu texto. Sou muito fã do filme e dos autores e tenho certeza que eles cumprirão o que prometeram!
Poooooooo professor, e o senhor leva a sério papo de artista?!
É o mesmo que acreditar em promessa de político!!!
Faz parte do sistema!
[Viva o Tropa de Elite II. Viva a falta de caráter daqueles que CONDENAM a falta de caráter!] x2
eles estão muito ocupados para lembrar disso
Ei você das 08:41 que está dando vivas à falta de caráter tentando inverter os fatos. Se liga. O post não está acusando ninguém, por que será que você entendeu como acusação de falta de caráter, será que a carapuça te serviu?
É fácil de resolver, vai lá e cumpre seu compromisso.
pode esperar deitado que até sentado vai cansar
Cel Mário Sérgio (Nosso Comandante)
Seu comando é um marco na nossa Polícia. Há tempos que não vejo nos olhos dos nossos guerreiros a luz da esperança. Tirar de casa policiais militares esquecidos por estar na condição de cadeirante, não tem preço. Creio que por ser uma causa tão importante, muitos órgãos irão reconhecer e ajudar. Tem uma divulgação no site do Forum Brasileiro de Segurança Pública.
Em pouco tempo terá o apoio necessário par faze-lo crescer.
Neca
Alô galera da equipe para-desportiva da PMERJ.
Sem patrocínio de ninguém vocês arrazaram.
Já estão famosos. Acessem o endereço e vejam.
http://www2.forumseguranca.org.br/content/equipe-paraol%C3%ADmpica-da-pmerj-recebe-o-primeiro-lugar-em-campeonato-de-handebol
http://www2.forumseguranca.org.br/content/equipe-paraolímpica-da-pmerj-recebe-o-primeiro-lugar-em-campeonato-de-handebol
Sabia que se a NET concessionária de tv a cabo oficial do Rio de Janeiro, cabeasse Vaz Lobo, Vicente de Carvalho e a parte de Irajá, próximo a Vaz Lobo e Vicente, a prefeitura iria arrecadar milhoes em impostos?
Eu quero pagar por uma internet de qualidade.
Enquanto isso a GatoNet prospera com um sinal de péssima qualidade... http://colaboradordorj.blogspot.com/2010/05/gatonet-eu-quero-pagar-por-uma-internet.html Veja o mapa da gatonet no RJ - http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&oe=UTF8&msa=0&msid=103354969273671323907.00048e199025bbf536903
Ihhhhhhh, deu mole. Devia ter pedido um cheque pré-datado!
É cmt, de boas intenções o inferno ta cheio.
Continue fazendo por nós. O senhor é a nossa única esperança.
CG o senhor é o cara! Estamos contando com vc para tornar a pmerj um lugar melhor!
Atualiza seu outro blog!
Que é isso?! O Zé Padilha é um homem íntegro! Não viu a atitude dele com relação ao apoio à Dilma????
É claro que ele vai cumprir o que prometeu!!!
O Zé é um zé mesmo
Cmt Mário Sérgio sou sgt da nossa Gloriosa Corporação e fico pensando, com meus poucos neurônios, que segundo os oficiais os praças possuem, quanto deve ser difícil para alguns oficiais participar da cúpula e não poder gozar da soberba que assola o oficialato, parabéns Cmt Geral por frear esses escrupulosos.
O Wagner Montes está convocando os policiais, bombeiros e outros operadores de segurança feridos em combate, a fim de dar apoio. Dia 09, ás 09 horas, terá uma reunião com esse grupo na ALERJ.
Antes das eleições o deputado Wagner Montes havia prometido e agora, pelo que estamos vendo vai cumprir.
É bom acompanhar as promessas de perto. Há é um sinal positivo de que vai ajudar ao projeto de esporte.
Estamos juntos Comando!
Se puder dê uma lida.
Blog:
http://wp.me/pG04S-6fe
Neneca
Comandante,
ainda aguardo por justiça:
http://falandoaverdadecomsegadasvianna.wordpress.com/2010/07/12/uma-injustica-que-precisa-ser-corrigida/
Há um caso que requer, assim como houve em todas as vítimas de maus policiais que requereram seus direitos e o Estado os apoiou, que seja feita justiça com urgência. O ex PM Sergio Cerqueira Borges, que pertencia ao 9º BPM e foi excluído ao ser acusado de participar da malfadada ‘Chacina de Vigário Geral’ foi posteriormente absovido na justiça, por apresentar sua defesa provas consistentes de sua inocência .
Eu também ainda não assisti o filme. Mas as resenhas da imprensa me remetem às palavras do maior escritor mexicano Juan Rulfo, autor do fantástico "Pedro Páramo", onde até o leitor duvida de sua própria existência. Rulfo dizia, com ênfase, que em literatura pode-se mentir; o que não se pode é falsificar. Em cinema também, acho eu.
Olá CG
Está no blog do projeto Renascer Servir e proteger as fotos do dia da visita do Tropa de Elite à DAS.
http://renascerservireproteger.blogspot.com/2010/10/visita-do-tropa-de-elite-ii.html
Lamentável o descaso deles!
Nos EUA e em outros países ocidentais é comum o Poder Público ceder seus meios para encenações mais realísticas nas produções cinematográficas. A diferença é que lá há sempre o vilão, mas com o contraponto do herói. Não há a sede típica de destruição do contrário que caracteriza essa esquerda “eurocomunista” tupiniquim. Também lá fora as autoridades públicas determinam regras escritas, e compromissos assumidos em consenso são assinados como contrapartida dos meios cedidos. Eu já detectara e denunciara no meu blog esta ira acusadora da turma mentora do tema “Tropa de Elite” (livros e filmes).
Na verdade, as Polícias Militares deveriam observar mais amiúde as conspirações políticas no sentido de “acabar com as Polícias Militares”. Não se trata de ficção, mas de constatação: há muitas iniciativas parlamentares nesse sentido, algumas correndo em segredo e contando com o irrestrito apoio de entidades representativas de policiais civis.
A categórica afirmação do ator de “acabar com a PM” atende à ideologia reinante e deveria ser levada a sério pelas Polícias Militares, que deveriam sair de seus “altares-mores” e sugerir novas estruturas e modelos de funcionamento, principalmente questionando os superados grilhões da subordinação ao Exército Brasileiro.
Por outro lado, devemos observar o avanço ilegítimo e ilegal da FNSP (Força nacional de Segurança Pública), que agora está criando e pondo para funcionar “força-tarefa” de policiais civis para investigar homicídios em Alagoas, como está noticiado no O Globo de hoje, dia 4 de novembro (O PAÍS, pág. 15). Não por acaso, o governador reeleito é do PSDB, partido que vem nos bastidores apoiando as mudanças conjunturais para “acabar com a PM”.
A frase do filme, a meu ver, não foi ao acaso do roteirista nem do produtor do filme. Foi pensada e resume segundas intenções, mesmo! Trata-se de ideia fixa! Daí a traição, típica de quem está por trás desse movimento no sentido de desmerecer as Polícias Militares.
Essa turma sabe que as Polícias Militares são “a pedra no sapato” dos radicais que intentam transformar o Brasil numa Venezuela (totalitarismo de esquerda); essa turma sabe que as Polícias Militares defenderão a democracia contra tudo e todos, e, mesmo insatisfeitas com a subordinação ao Exército Brasileiro (desnecessária), não se conduzirão pelo nariz por governantes interessados em impor ao povo brasileiro um socialismo totalitário ao modo Stalin.
Enquanto isso, e à revelia da Carta Magna e ante a omissão do Exército Brasileiro, a FNSP avança a passos largos para neutralizar pelo muque as forças contrárias. Não sei... Pode ser que eu esteja dando uma de Nostradamus ou vendo miragens, ou então peco por excesso de zelo e corporativismo. Entretanto sei, e já assumi muitas vezes, que a PM precisa melhorar. Há nela muita coisa errada. Mas na nossa casa decidimos nós o que mudar de lugar (só como hipótese, porque a maioria mora de aluguel ou divide a casa com os pais depois de constituir família). Outra coisa é chegar uma indesejada visita e começar a dar palpites em impertinência sobre os defeitos do nosso lar. Mas não há problema, eles tornarão a pedir apoio. Que se negue!... Ou que se dê!... Mas que assinem uma carta de compromisso para depois não faltarem com a palavra, como está fazendo esse tal “Zé Padilha” que está “se achando” e confirmando a velha “teoria do escorpião”. E, como o escorpião costuma provar do veneno de sua própria espécie, a tendência é a de o “Zé Padilha” envenenar-se do seu efêmero sucesso. Ele e seus colegas “eurocomunistas” estão a ignorar o velho e profético aforismo: “Quanto maior o coqueiro, maior é o tombo.”
Nos EUA e em outros países ocidentais é comum o Poder Público ceder seus meios para encenações mais realísticas nas produções cinematográficas. A diferença é que lá há sempre o vilão, mas com o contraponto do herói. Não há a sede típica de destruição do contrário que caracteriza essa esquerda “eurocomunista” tupiniquim. Também lá fora as autoridades públicas determinam regras escritas, e compromissos assumidos em consenso são assinados como contrapartida dos meios cedidos. Eu já detectara e denunciara no meu blog esta ira acusadora da turma mentora do tema “Tropa de Elite” (livros e filmes).
Na verdade, as Polícias Militares deveriam observar mais amiúde as conspirações políticas no sentido de “acabar com as Polícias Militares”. Não se trata de ficção, mas de constatação: há muitas iniciativas parlamentares nesse sentido, algumas correndo em segredo e contando com o irrestrito apoio de entidades representativas de policiais civis.
A categórica afirmação do ator de “acabar com a PM” atende à ideologia reinante e deveria ser levada a sério pelas Polícias Militares, que deveriam sair de seus “altares-mores” e sugerir novas estruturas e modelos de funcionamento, principalmente questionando os superados grilhões da subordinação ao Exército Brasileiro.
Por outro lado, devemos observar o avanço ilegítimo e ilegal da FNSP (Força nacional de Segurança Pública), que agora está criando e pondo para funcionar “força-tarefa” de policiais civis para investigar homicídios em Alagoas, como está noticiado no O Globo de hoje, dia 4 de novembro (O PAÍS, pág. 15). Não por acaso, o governador reeleito é do PSDB, partido que vem nos bastidores apoiando as mudanças conjunturais para “acabar com a PM”.
A frase do filme, a meu ver, não foi ao acaso do roteirista nem do produtor do filme. Foi pensada e resume segundas intenções, mesmo! Trata-se de ideia fixa! Daí a traição, típica de quem está por trás desse movimento no sentido de desmerecer as Polícias Militares.
Essa turma sabe que as Polícias Militares são “a pedra no sapato” dos radicais que intentam transformar o Brasil numa Venezuela (totalitarismo de esquerda); essa turma sabe que as Polícias Militares defenderão a democracia contra tudo e todos, e, mesmo insatisfeitas com a subordinação ao Exército Brasileiro (desnecessária), não se conduzirão pelo nariz por governantes interessados em impor ao povo brasileiro um socialismo totalitário ao modo Stalin.
Enquanto isso, e à revelia da Carta Magna e ante a omissão do Exército Brasileiro, a FNSP avança a passos largos para neutralizar pelo muque as forças contrárias. Não sei... Pode ser que eu esteja dando uma de Nostradamus ou vendo miragens, ou então peco por excesso de zelo e corporativismo. Entretanto sei, e já assumi muitas vezes, que a PM precisa melhorar. Há nela muita coisa errada. Mas na nossa casa decidimos nós o que mudar de lugar (só como hipótese, porque a maioria mora de aluguel ou divide a casa com os pais depois de constituir família). Outra coisa é chegar uma indesejada visita e começar a dar palpites em impertinência sobre os defeitos do nosso lar. Mas não há problema, eles tornarão a pedir apoio. Que se negue!... Ou que se dê!... Mas que assinem uma carta de compromisso para depois não faltarem com a palavra, como está fazendo esse tal “Zé Padilha” que está “se achando” e confirmando a velha “teoria do escorpião”. E, como o escorpião costuma provar do veneno de sua própria espécie, a tendência é a de o “Zé Padilha” envenenar-se do seu efêmero sucesso. Ele e seus colegas “eurocomunistas” estão a ignorar o velho e profético aforismo: “Quanto maior o coqueiro, maior é o tombo.”
Nos EUA e em outros países ocidentais é comum o Poder Público ceder seus meios para encenações mais realísticas nas produções cinematográficas. A diferença é que lá há sempre o vilão, mas com o contraponto do herói. Não há a sede típica de destruição do contrário que caracteriza essa esquerda “eurocomunista” tupiniquim. Também lá fora as autoridades públicas determinam regras escritas, e compromissos assumidos em consenso são assinados como contrapartida dos meios cedidos. Eu já detectara e denunciara no meu blog esta ira acusadora da turma mentora do tema “Tropa de Elite” (livros e filmes).
Na verdade, as Polícias Militares deveriam observar mais amiúde as conspirações políticas no sentido de “acabar com as Polícias Militares”. Não se trata de ficção, mas de constatação: há muitas iniciativas parlamentares nesse sentido, algumas correndo em segredo e contando com o irrestrito apoio de entidades representativas de policiais civis.
A categórica afirmação do ator de “acabar com a PM” atende à ideologia reinante e deveria ser levada a sério pelas Polícias Militares, que deveriam sair de seus “altares-mores” e sugerir novas estruturas e modelos de funcionamento, principalmente questionando os superados grilhões da subordinação ao Exército Brasileiro.
Por outro lado, devemos observar o avanço ilegítimo e ilegal da FNSP (Força nacional de Segurança Pública), que agora está criando e pondo para funcionar “força-tarefa” de policiais civis para investigar homicídios em Alagoas, como está noticiado no O Globo de hoje, dia 4 de novembro (O PAÍS, pág. 15). Não por acaso, o governador reeleito é do PSDB, partido que vem nos bastidores apoiando as mudanças conjunturais para “acabar com a PM”.
A frase do filme, a meu ver, não foi ao acaso do roteirista nem do produtor do filme. Foi pensada e resume segundas intenções, mesmo! Trata-se de ideia fixa! Daí a traição, típica de quem está por trás desse movimento no sentido de desmerecer as Polícias Militares.
Essa turma sabe que as Polícias Militares são “a pedra no sapato” dos radicais que intentam transformar o Brasil numa Venezuela (totalitarismo de esquerda); essa turma sabe que as Polícias Militares defenderão a democracia contra tudo e todos, e, mesmo insatisfeitas com a subordinação ao Exército Brasileiro (desnecessária), não se conduzirão pelo nariz por governantes interessados em impor ao povo brasileiro um socialismo totalitário ao modo Stalin.
Enquanto isso, e à revelia da Carta Magna e ante a omissão do Exército Brasileiro, a FNSP avança a passos largos para neutralizar pelo muque as forças contrárias. Não sei... Pode ser que eu esteja dando uma de Nostradamus ou vendo miragens, ou então peco por excesso de zelo e corporativismo. Entretanto sei, e já assumi muitas vezes, que a PM precisa melhorar. Há nela muita coisa errada. Mas na nossa casa decidimos nós o que mudar de lugar (só como hipótese, porque a maioria mora de aluguel ou divide a casa com os pais depois de constituir família). Outra coisa é chegar uma indesejada visita e começar a dar palpites em impertinência sobre os defeitos do nosso lar. Mas não há problema, eles tornarão a pedir apoio. Que se negue!... Ou que se dê!... Mas que assinem uma carta de compromisso para depois não faltarem com a palavra, como está fazendo esse tal “Zé Padilha” que está “se achando” e confirmando a velha “teoria do escorpião”. E, como o escorpião costuma provar do veneno de sua própria espécie, a tendência é a de o “Zé Padilha” envenenar-se do seu efêmero sucesso. Ele e seus colegas “eurocomunistas” estão a ignorar o velho e profético aforismo: “Quanto maior o coqueiro, maior é o tombo.”
Srs minha continência a todos...ainda que seja da co-irmã CBMERJ, arrisco corroborar com a assertiva do Sr Cel Emir Larangeira sobre uma silente mobilização para a modificação da estrutura da Segurança Pública no Rj. O citado fato do crescimento da FNSP, a arbitrária supressão do CBMERJ da Secretaria de Segurança Pública (contrariando mandamento constitucional!), a tercerização da Segurança Pública em nível municipal (afinal a GM é uma empresa terceirizada, correto?)...o que mais me impressiona é que dos altos escalões não se ouve quaiquer informações que falem sobre os rumos de nossas instituições...como eu gostaria de ouvir do 01 do CBMERJ quais são os planos pro nosso futuro?Porque o silêncio?Porque um cineasta malicioso tem acesso ao Cmt dessa tão importante instituição, mesmo tendo sido mal caráter em vez anterior, e fala abertamente e de forma perigosa sobre o futuro dessa instituição que não pertence, se os seus integrantes não sabem exatamente qual luta é travada por eles?Acredito que a força esteja em nossa união e não posso aceitar que haja legitimidade popular nos discursos dos "Zés" que temos por aí...o que lhes possibilita tanto eco é o silêncio de nossos líderes, é a impressionante desunião da classe...espero ver esse cenário mudado na necessária profundidade.
Juntos somos fortes!
[como o escorpião costuma provar do veneno de sua própria espécie, a tendência é a de o “Zé Padilha” envenenar-se do seu efêmero sucesso.]²
Com o diheiro que ele tem agora, não vai precisar da sua autorização para fazer locações na PM para o Tropa 3.
Valeu aí, saiu de graça, mesmo.
Coronel, ainda que o senhor esteja ocupadíssimo, sei que vai ler estas linhas qualquer dia.
Primeiro, queria lhe dizer que os fatos da última semana reduziram a ficção ao que ela é. Que usem a desculpa de certos cineastas americanos: "That's entertainment."
Segundo, quero dizer o quanto estou feliz pelo que tem ocorrido no Rio de Janeiro. Não apenas porque uma chaga está sendo curada e o Brasil inteiro vê um futuro melhor, mas também pelo seu exemplo pessoal. O senhor prova que honestidade, coragem e persistência levam mesmo à vitória. Aposto que, há poucos anos, nem nos dias de mais otimismo o senhor imaginava a PM, sob o seu comando, readquirindo o controle da cidade e a admiração entusiástica da população. Parabéns!! Não sei de onde vem a sua força e virtude, mas sei que elas são contagiantes.
Sua antiga (e cada vez mais) fã
Milena Costa
A ficção sempre deverá ser verossímil, por isso essa tendência do público incorporar personagens e situações que aparecem em um Filme, do tipo Tropa de Elite. É assim mesmo... Mas, a realidade, o peso real, as vezes é insuportável, tanto para moradores, quanto para policiais, quanto para os próprios traficantes... Situação insustentável. E, quase improvável. Absurdo, loucura, tudo ao mesmo tempo. Os limites da exploração humana, a falta de justiça, desigualdade social, são vários fatores que estão sendo requestionados nesse momento. Mas, a quebra deste funcionamento do tráfico, é importante que se faça... Saber sobre como funciona, seu ritmo, seu propósito, sua força, suas considerações, e quebrar este funcionamento, significa dar um momento, FAZER UM ATO, ou seja, onde seja possível uma outra coisa, mesmo que ainda não se saiba o que... Aquele que vive do tráfico, aquele que sobrevive das drogas, é mero elemento, não é um sujeito pensante, livre, crítico, mas é resto, produto,ou até subproduto.... Á medida que esse império se torna questionável, em razão de tudo o que aconteceu... abre-se uma fissura de possibilidade. E agora, José??? Então, não questionem o efeito, mas observerm pra onde ele irá daqui em diante... Todas as polícias precisam estar interligadas, trocando informações, transmitindo um conhecimento, em fluente participação.... Isso é possível, eu acho que é possível....
Localizem sempre dentro de vcs mesmmos, todos os membros de uma sociedade, qual é o seu papel dentro deste sistema, o tráfico, traficante, e entenderão melhor sobre seus complexos e problemas....
Comaandante Mário, aconpanho a segurança dos Estados e sem dúvida você é um dos melhores comandantes do mundo. Seus homens tem o poder de exterminar as FARCs e combater no Líbano. Parabéns a todos. Deixo meu desalento de ouvir dos comandante do Exército aviltando o mérito da PM e do BEPE, querendo tirar proveito da situação. Parabéns pela pessoa, pelo profissional que é.
Ricardo Lisboa
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