sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Como pode um peixe vivo?

O jornal Estado de São Paulo do dia 28 de Dezembro veiculou artigo do Doutor Cláudio Beato, intitulado: Triunfo da Ideologia-Caveira, texto produzido com intenções de análise sobre segurança pública e violência no Brasil, considerações que ele se permite na condição de cientista social.

A rigor, o doutor Beato limitou-se a comentar um curto período de tempo, ora centrando sua fala nos acontecimentos de fevereiro a outubro de 2007, ora estendendo um pouco mais suas considerações, e remontando de 2002 à data do seu artigo.

Embora tenha primeiramente mostrado fatos ocorridos no Estado do Rio de Janeiro, como símbolos do que considerou “mais marcante” no ano que se findou, Cláudio Beato, fazendo-me lembrar as garotas do tempo dos telejornais, voltou-se para São Paulo e Minas Gerais para exibir o sucesso de políticas de segurança para controle do crime e redução da violência, na limitada interpretação de que números menores de mortes definem padrões de excelência em segurança pública.

Todas as vezes que escrevo sobre os ditos dos cientistas sociais sobre minha área de atuação, ou participo de debates em fóruns, seminários e encontros do gênero com esses representantes do universo acadêmico sem encarnação no mundo sensível dos nossos misteres, procuro me esforçar para manter a idéia como centro da questão, me pondo nos limites da minha humanitude e não expondo a pessoa dos interlocutores.

Todavia, há momentos que isso se torna impossível fazer, e, em regra acontece quando não conheço meu alvo (no sentido de “contrário que refuto”), e preciso pesquisar sua atuação para compreender melhor a base que sustenta o “ser” de sua idéia, a estrutura de onde derivam os acidentes do discurso que o tornam indivíduo, ente, ou seja, a ideologia que é fonte do seu logos.

Não consegui encontrar muita coisa sobre a formação acadêmica do Dr Cláudio particularmente ao campo da segurança; não encontrei, ainda, o tema de sua tese de doutorado, mas apenas a de mestrado, onde constatei sua especialidade em músicos populares: “eruditos e populares”.

Na verdade, até me preocupo pouco com argumentum ad verecundiam (apelo à autoridade), mas muitas vezes a única credencial que apresenta meu interlocutor é uma tese acadêmica que lhe confere “autoridade no conhecimento”; daí minha precaução sobre quem não conheço e, no caso do doutor Cláudio, compreendi que seu interesse sobre crime, vítimas, violência etc é posterior à sua jornada no terreno dos musicistas; suas histórias, culturas e socializações, e isso contribuiu por me deixar entre arriscar a fazer abstrações do que poderia não estar presente no dito, no ideológico, não evidente, ou apenas inferir conclusões restritas unicamente ao texto.

Não vou publicar aqui o artigo do Dr Beato, mas quem quiser conhecê-lo basta acessar o site http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup102472,0.htm . Lendo-o, o interessado em compreender melhor minhas assertivas tirará melhores conclusões, mas vou resumir aqui algumas idéias do texto:

1. Os marcos da segurança pública de 2007 são: a morte do menino João Hélio e o filme Tropa de Elite. Esses definem os pontos de ápice mobilizadores da opinião pública, em todo Brasil.
2. O país não tem um projeto nacional de segurança pública.
3. O momento é de reforma policial, diante da necessidade de controle da brutalidade e da corrupção policial.
4. Embora os homicídios venham diminuindo ano a ano, o quadro é pessimista.
5. As campanhas de desarmamento e a lei do desarmamento seriam uma explicação (não definitiva) para a redução das taxas de homicídio.
6. São Paulo e Minas investiram maciçamente em segurança, de formas diferentes, mas com sucesso, posto que reduziram as taxas de homicídios.
7. A integração (não é unificação!) das polícias, articulada com projetos de prevenção e parceiras com universidades de organizações da sociedade civil (ongs?) foi a receita de sucesso de Minas Gerais, enquanto São Paulo optou por construir presídios e investir em inteligência e reestruturação da delegacia de homicídios.
8. Monitoramento e avaliação operacionais são as novidades, via dois órgãos: Infocrim, em São Paulo, e Igesp, Minas (doutor Beato é membro dele, sim! Veja http://www.comunidadesegura.org/?q=pt/node/30817 ), que permitiram o sucesso das gestões de segurança de ambos.

Eu sei, eu compreendo, e você também deve estar pensando a mesma coisa: que ninguém vai fazer propaganda contra si mesmo, e o artigo tem um tom de propaganda. Aliás, e muito pelo contrário, a princípio é razoável que falemos bem das nossas realizações. Dr Beato não está falando de um lugar externo ao problema. Ele faz parte da solução mineira; do staff de pensadores das soluções, se não das decisões, que são tomadas sobre estratégias de segurança em Minas Gerais e é natural um “confetezinho” sobre si, desprezando verdades verdadeiras, como a existência do PRONASCI (“não existe projeto nacional...”), mesmo que pegue mal.

Parece-nos óbvio e ululante, também, que: integração, articulação, incremento tecnológico, busca de resultados, gestão de sistema, ou seja, melhoria de todos esses vetores de administração, alguns de origem imemorial com roupagem nova e perfumaria de estilo, são fundamentais para a qualidade da segurança pública. Para o quadro mineiro, então, onde não há narcotráfico requerendo status de instituição para-militar; onde uma dupla de policiais entra e sai das favelas sem o risco de serem emboscados e levados a algum canto para serem imolados vivos, cortados em partes para alimentar jacarés, e onde AK 47, Ruger, G3, Fal, AR-15 etc, são armas que felizmente não estão em mãos criminosas e só freqüentam Belo Horizonte nas telas dos cinemas, lá, principalmente, uma boa gestão que contemple esses “ingredientes” de “diplomacia de mediação de conflitos para quadros de paz”, deve ser eficaz para a realização dos misteres da segurança.

Lá, e até em São Paulo, onde, mesmo já não se podendo dizer não haverem armas longas, de guerra, suas quantidades são pífias, próximo do seu número em mãos criminosas no nosso Rio de Janeiro, para nossa tristeza e infortúnio.

São Paulo e Minas Gerais merecem e têm nosso respeito por suas conquistas, realizações e sorte, mas sem essa do doutor Beato querer fazer crer que há algo de excepcional nas suas teorias e práticas, capazes de superar, em qualquer contexto, outros modelos para segurança, ordem e cidadania.

Sem essa de querer desqualificar o BOPE, seu trabalho, seu cotidiano de lutas, riscos e sacrifícios numa luta sem tréguas contra o exército do narcotráfico e seus milhares de fuzis, granadas, lança-rojões e outros “trens”, rotulando seus combatentes por “truculentos e vingativos”, adjetivos com os quais os classifica abstraindo-os do símbolo que carregam nos seus uniformes silenciosos.

Ideologia-caveira? Não creio. Prefiro o que disse uma das maiores autoridades em futebol do país, ao comandante do BOPE, em sua recente visita de honra à Unidade: - Vocês são o quinto grande clube do Rio de Janeiro, mas o que tem a maior torcida.

Ê trem bão uai!

21 comentários:

michelle disse...

Adorei o texto e dessa vez consegui entender tudinho!
Parabéns!!
Muito bom!

Carla Cardoso disse...

Ilmo. Tem. Cel. Mário Sérgio,

Parabéns pelo texto e pelo combate ao “achismo” em segurança pública
Mas confesso ao senhor que ao ler me lembrei de uma aula que preparei para uma turma de 1º ano do ensino médio sobre o senso comum.
Senso comum pode ser definido como sentido habitual à maioria, em outras palavras seria a crença em um conjunto de opiniões que muitas vezes aceitamos passivamente sem ao menos nos debruçarmos sobre elas.
Entretanto, precisamos de muita cautela ao adentrar neste terreno, pois esse tipo de opinião tem o poder altamente manipulador, principalmente entre as camadas mais encarecidas de “esclarecimento” no sentido filosófico da palavra. E, em se tratando de segurança pública, quando leio textos de alguns cientistas sociais – incluo ai jornalistas também - vejo que existe um grande número que se pauta em conhecimentos teóricos muitas vezes tomados do senso comum.
Atualmente no Brasil portar um diploma e/ou títulos na chamada área das humanidades está se tornando passaporte para “perito em segurança pública” um assunto muito voga em plena “era neoliberal” que preza o Estado mínimo que podemos resumir como o fim do Estado de Bem-Estar social, ou seja, menos investimento público em saúde, educação e segurança o que em longo prazo pode levar países pobres e “emergentes” ao caos social.
Para piorar a situação, muitos desses cientistas sociais parecem esquecer que o Brasil é um país continental cujos Estados da Federação possuem especificidades culturais e sociais.
Minas, São Paulo e Rio são Estados bastante diferentes principalmente no que concerne a segurança pública.
Enquanto SP há algum tempo atrás “parou” devido aos ataques do PCC, o RJ e os cariocas precisam todos os dias se movimentar para que o CV, CVJ, TC, ADA (se esqueci algum o senhor complementa, por favor) não tomem a cidade por assalto.
Se não fosse a existência de um batalhão cujo trabalho é internacionalmente reverenciado teríamos há muito voltado ao Estado Natural como definido Hobbes. É bem verdade que muitas vezes temos a sensação de já termos voltado a ele apesar dos esforços de toda equipe de segurança pública do RJ que mesmo com os percalços têm feito um trabalho elogiável.Longe do ideal, mas dentro da possibilidade levando-se em conta investimento e riscos.
Em MG sequer ouvimos falar de atrocidades como as cometidas pela marginalidade carioca e é ótimo que tenham encontrado soluções eficazes para o problema de segurança. Reconheço, obviamente, que crime é crime e o sofrimento das vítimas e de seus familiares é o mesmo. E lamento profundamente por todas as vítimas.
No entanto, as teorias que serviram para esses Estados nem de longe servirão para o RJ devido, como verdadeiro perito, por combatente que foi e é, bem disse o caro Cel. Mário Sérgio.
Infelizmente não dá para evitar os combates e as mortes que deles advêm no cenário carioca e acredito que a própria polícia e, pelos textos que li, o senhor também, preferiam que os mesmos não ocorressem e que houvesse mais prisões que mortes, mas lamentavelmente aqui a coisa é muito mais séria do que aparece na TV.

Agora caro Cel., concordo plenamente com o que disse a autoridade em futebol que esteve no BOPE ao se referir à unidade como o 5º grande clube do RJ, mas faltou o senhor acrescentar que o 1º e o melhor do mundo é o Mengão.

Paz, Amor e Esperança sempre.
Um abraço afetuoso,
Carla Cardoso.

Anônimo disse...

Vivas!
Caro cºel, freqüento seu sítio há algum tempo. Olha, devo dizê-lo ótimo. Que pena que não tenhamos em Portugal um pensador policial com tal higidez mental.
Vivas!
Paulo Morgades Pereira

milena costa disse...

É digna de nota a observação abaixo do corpo do texto do doutor Cláudio Beato, na parte em que arrola os principais fatos do ano com relação à matéria da segurança pública e menciona a operação policial no Complexo do Alemão em 27/06: "Denúncias recebidas pela OAB indicam que pelo menos 11 dos 19 mortos não teriam ligação com o tráfico."
Ora, se fosse uma denúncia da OAB já não seria um fato, mas uma possibilidade sujeita a confirmação. Pior, são denúncias "recebidas pela OAB", sabe-se lá de quem.
Impressionante a isenção e o rigor quanto aos fatos.
É isto, coronel: sempre atentos!
Um abraço.
Milena Costa

Ten Barrim disse...

Caro TC Mario Sergio. Desta vez achei muito boa a resposta, ainda que indireta, ao sociologo.

Porem, nao posso deixar de notar que tanto neste quanto no outro texto em comentario ao artigo do CANO, o Sr. vez e meia esbarra em algum preconceito quanto a origem dessas eminencias.

Os caras nao sao ruins por serem argentinos ou mineiros.

Mudando de assunto. Eu estou de "saco cheio" das pessoas tentarem colar no RJ soluções que são implantadas com sucesso em estados onde amarra-se cachorro com linguiça. O mestre nisso e o Ricardo Balestreri. So jogar o nome dele no youtube para ver algum extrato do que digo.

Minha continencia,

Ten Barrim

raphaelbarino@hotmail.com disse...

É aquela velha história, o meu é melhor que o seu. Tanto que as idéias da ong que o cidadão faz parte "merece destaque".
Belo texto para ser lido com um pão de queijo.
Sds

Mário Sérgio de Brito Duarte disse...

Prezado Barrim

Bom é tê-lo outra vez por aqui.
Agradeço-te o reparo. Ficarei atento sobre mim mesmo para evitar que ao fazer a apresentação de dados pessoais dos meus alvos (no sentido que já expliquei), possa parecer desqualificá-los, como te pareceu ao anunciar a nacionalidade de um e a naturalidade do outro. Particularmente, em nada me importo de ser anunciado como o "brasileiro Mário Sérgio de Brito Duarte", ou o PM Mário Sérgio, ou "o carioca".
Mas vou me policiar.
Abraços

Anônimo disse...

Mário Sérgio,

Ao conhecê-lo na década de 90, imaginava que de cansaria da “guerra” tipo Davi e Golias (O Mundo contra a PM). Mas hoje o vejo mais atuante do que nunca. Talvez porque a aposentadoria esteja próxima e o sentimento de obrigação de deixar um legado de questionadores contra os pseudos cientistas policiólogos, ongs fajutas e políticas pseudo humanistas. Mas naquela época seu campo de atuação era outro. Naquela época era você que tomava tiro de AK 47, Fuzil, e etc, e silenciosamente sustentava com orgulho a Caveira no peito. Seus estudos sobre segurança pública não estavam somente nos artigos e livros de observadores. Sabe-se lá por que motivo ainda esteja vivo após centenas de operações. Lembro-me que nessa época você estava cansado de guerra e sua tristeza aumentava por saber que para cada traficante morto surgia uma fila de meninos para substituí-lo. Aliás, trabalhar no Proerd talvez tenha sido uma tentativa de salvar estes mesmos meninos. E hoje? Hoje você, Mário Sérgio, continua lutanto esta guerra que ainda parece ser uma guerra entre Davi e Golias. Mas hoje não os tiros de Ruger, G3, Fal, AR 15 estourando na parede a centímetros de sua cabeça que o tornam um Guerreiro, mas a sua coragem de tentar mudar os rumos da Política de Segurança no Rio (não ficar apenas enxugando gelo) e trazer esta cidade de volta para a população carioca. Esta sim deveria conhecer alguns de seus Guerreiros, quando puder, cite alguns deles no seu blog, e citar a você mesmo não seria nenhum “confete” sobre si.
Um grande abraço.
Um amigo da década de noventa.

Anônimo disse...

Ilmo Sr. Ten Cel PM Mário Sérgio:

Excelente resposta!
Depois desta, é melhor comer pão de queijo ou pizza? Está servido?

Abs!

Mário Sérgio de Brito Duarte disse...

Prezado amigo que preferiu não se identificar, deixando pistas para que este seu companheiro, privado de sua presença, se esforce por descobri-lo e se faça ainda mais saudoso.

Força e Honra!

Na verdade estou definitivamente na trincheira. Meu tempo de patrulha passou.
Fiquei pensando em algumas coisas que você falou:
Quem estava ao meu lado quando aquele tiro estourou a parede de alvenaria, um palmo acima de minha cabeça era o Vasconcelos, o Cabo Vasco, que me puxou pelo colete, me tirando da linha de fogo. Seria você, ele, o autor do post?
Bem, seja quem for você, se pertenceu ao BOPE no nosso tempo, deve se lembrar daqueles outros tão mais destemidos, que passavam seus dias em combates constantes na escala de serviço fixa de operações, saindo de uma guerra para outra, de um front para outro.
Deve se lembrar do Tenente Moreira, hoje Major, do Sargento Soares, hoje Major, do Tenente Ademar, hoje Major, do Tenente José Pedro, hoje Major, do Tenente Vargas, hoje Major, do Sargento Azevedo, o Babam, ainda no BOPE, do Sargento Jorge, ainda no BOPE, dos falecidos Sargentos Ronaldo “Maluco”, Retameiro, Gumercindo e de tanta gente de guerra, para a paz.
Aproveito seu post para homenagear os comandantes, começando pelo Coronel Paulo César “Bichão”, meu primeiro comandante Caveira, chegando ao Tenente Coronel Pinheiro, atual, todos, sem exceção, grandes comandantes do BOPE, grandes combatentes da Unidade Caveira.
Gostaria de homenagear a todos combatentes da época, mas não é possível fazê-lo, pois seria por demais extenso, daí a seleção de alguns nomes, sem demérito para qualquer que não tenha sido citado.
Abraço pra você amigo.

Semper Fidelis!

Vitória Sobre a Morte!
Nossa glória prometida.

Anônimo disse...

Este Beato, é um fanfarrão , Sr. 037. Tem que pedir para sair ( ou melhor, não escrever ), nem que seja debaixo de porrada! Quer saber? Pedir porra nenhuma! VAI SAIR! SUMIR!!!! Pois é por causa de gente como ele, que escreve um monte de merda que nós estamos nesta situação.Um bando de imbecis se influenciam com um texto de merda, sem conteúdo, com cheiro de vômito, e o zó povinho tem que engolir esta merda, vomitada!!! Animal! Imundo! Que ele volte para a lama!
E com este sobrenome, não poderia ser diferente, Sr. 037: BOTA NA CONTA DO PAPA!!!! E dá na cara! PARA ESTRAGAR O VELÓRIO!!!

BEATO FDP!!

Perdão, Coronel , pelos termos e pela "brincadeira com profundo respeito" que faço ao Sr. ao chamá-lo de 037, pois é de coração!!!

CAAAAVVEEEIIRRAAAA!!!!

Anônimo disse...

Coronel: O CARA É ARGENTINO! ENTENDE? TUDO O QUE FALAM , PENSAM ( sic ) , NÃO SE DEVE LEVAR NEM EM "FIADO" , QUANTO MAIS EM CONTA!NEM OS ARGENTINOS SABEM AS ORIGENS DELES! EU NÃO ME AGÜENTO!!!POR FAVOR, PONHA NO SACO!!!!

Mário Sérgio de Brito Duarte disse...

Prezados comentaristas e leitores.
Infelizmente não pude publicar alguns comentários.
Embora entendendo o sentimento de repúdio e indignação aclarados nos coments, sobre as colocações do Dr Beato contra o BOPE, principalmente sobre o título do seu artigo, tive que recusá-los em razão dos termos usados, incompatíveis com ambiente do blog.
Continuem comentando, por favor, mas peço-vos que o façam de forma que eu possa publicar.

Anônimo disse...

Õ anônimo CAAAAVVEEEIIRRAAAA!!!!, pede pra sair vc, seu Animal!!!!! Acha que está no blog 200anos??? Vai baixar o nível em outras terras seu Energúmeno!!!! Olha que eu pego o cajado!!!! E vou avisar uma vez só!!!!!

Anônimo disse...

Estou com você CAVEIRA!!!!! E tem mais, acionou o 01 verdadeiro!!!! Ou alguém pensou mesmo que fosse aquele roteirista? O aluno nunca superou o mestre, NUNCA! Perto do 01 esse 10.000.000.000.000.000 é uma moça!

Beth disse...

Descobri seu blog a pouco tempo e prometo ler seus post´s com muito carinho.
Bem, como carioca que sou, confesso que cansa-me tantos ratata´s e bang bang´s reais e virtuais. Não sou a favor nem contra o BOPE, da ideologia da CAVEIRA, mas não bato palma para a truculência de alguns de seus membros. Não vi o filme e nem pretendo ver, acho-o desnecessário.
Seu espaço é excelente e prometo voltar mais vezes, até já te linkei para não perder seus pontos de vistas.

bjs e bom final de semana

Anônimo disse...

Infelizmente , foi a PM de Minas Gerais quem gerou toda essa "badalação" em torno do Dr Claudio Beato, da Universidade Federal de Minas Gerais -Centro de Estudos da Criminalidade e Violëncia (CRISP). Ao disponibilizar, de "graça" toda a nossa estatistica criminal, gerada por um software engedrado dentro da PM e por profissionais da PRODEMGE (Orgão de processamento de dados do Estado), possibilitou ao mesmo, com a ajuda de alguns Oficiais Superiores da PMMG, e uma "pincelada" de algumas pesquisas acadêmicas, transforma-lo em um "expertise" em segurança publica, "vomitando" receitas de bolo para todos, não se limitando somente a MG. Hoje e um dos assessores de Aecio Neves e consultor de prefeituras, ganhando rios de dinheiro...Se Aecio ganhar a PR no ano de 2.010, "esse cara" vai mandar e desmandar na defesa social, com pessimos reflexos na nossa area, ja que sua visão e de apenas privilegiar o segmento dos ideologos dos DH. Rômulo Berbert Diniz-Cel PM RR-PMMG

Anônimo disse...

SR CORONEL,

TEM QUE COLOCAR NO SACO E PORRADA NELE,PEDE PARA IR EMBORA SEU IMBECIL.

JOÃO DO MEIER

Anônimo disse...

Prezado Ten Cel Mário Sérgio:

Gostei de ver as fotos da festa e o que mais gostei: foi ver o CRIADOR , o CEL PAULO CESAR AMÊNDOLA. Claro, que pelas fotos, vi o prezado proprietário deste Blog ( estava comendo bem hein, sr. 037 ), Ten Cel Pinheiro Neto, Cel Wilton, mas, não vi nas fotos, 2 caveiras que foram cmtes: Rangel e ele, o excêntrico e único Paulo César " Bichão" , este sim, é ôôôôôô cccaaaaraa!!

Forte braço!!

Joana disse...

Em todas as áreas temos os "especialistas" de final de semana, concordo com a Carla Cardoso sobre o senso comum e a análise científica, qualquer um pode se achar apto a dar opinião sobre qualquer tema, mas daí a ser um especialista (que envolve estudo e prática de forma séria e fundamentada) é uma grande diferença. Eu sou uma "achista" em segurança pública, posso dar minha opinião, mas tenho que ter em mente que não sou uma especialista no tema, ao contrário de qualquer zé mané que tem a coragem de se dizer especialista em segurança e ir a debates expor seus lamentáveis achismos. Qto ao BOPE ser truculento ou não, bem não sei se é ou não, mas acredito que não seja possível que os policiais combatam traficantes apenas com o poder de rosas e de poemas como parece ser o desejo de alguns. Se os criminosos não querem ser tratados com rigor, se entreguem a prisão, se não se entregam, devem ser conduzidos da forma que se fizer necessária e algumas vezes a única forma de se conduzir um criminoso fortemente armado é dentro de um saco preto.

Anônimo disse...

QUERO LHE DESEJAR BOA SORTE COMO COMANDANTE GERAL DA PMERJ ,SEM OFENDER O SENHOR , MAIS NO MOMENTO EM QUE ESTAMOS SE EU FOSSE INDICADO PARA SER COMANDANTE GERAL DA PMERJ SÓ ACEITARIA SE O GOVERNADOR DESSE UM AUMENTO DIGNO PARA OS POLICIAS DESCULPE A SINCERIDADE.